Meu humor



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"Adriano-Poesia"
 


Infelizmente os nossos projetos não foram eternos

 

Apenas as certezas que tocam as mais rijas estruturas podem ser capazes de produzir dúvidas saudáveis. Apenas quem

amou pode, dentro das possibilidades mais vivas, sentir o corpo desenvolver um sem par número de expressões – mesmo as que, de tão amargas, ousaram perturbar a viva fronte!

São estes os soltos sons. São estas as palavras de arrependimento. São estes

os contornos críveis que estabelecem as mais profundas e pequenas manifestações

de

amor. Amor seco, amor fugaz, amor que ousou romper as barreiras da distância – porquanto sentira a necessidade, premente, de conduzir o riso frouxo aos mais edificantes projetos que, em vida, pensara que fossem ser eternos. Caíram as

colunas. Caíram as mudanças que inda exercem profunda influência sobre este corpo tolo, delicado, por vezes insuficiente.

Faltou-me coragem, confesso. Faltou-me, também, a prudência para dizer

aos outros que se afastassem. Um casal. Duas pessoas. Apenas e tão-somente entre elas é que se pode demonstrar, com serenidade, o riso vivo – ou, nos acontecimentos mais fortes, faces outras que demonstramos apenas nos momentos mais sérios que a vida impõem.

Ariscar faz parte, também, dos amantes. Arriscar é cumprir à risca os detalhes que insistem em aparecer. Arriscar é, simplesmente, domar o medo e seguir em frente – mesmo quando a adversidade, inerente ao risco, impõem determinações nada comuns.

Os amantes sofreram. Sentiram pesar sobre os ombros as mais inferiores e particulares considerações. Os amantes são imprevisíveis. Dos beijos aos mais ásperos comentários que a reta razão humana, por prudência, oculta – quiçá para não ofender!

Mas é preciso dizer tudo – mesmo que ofenda. Senão, os relacionamentos seriam, no todo ou em parte, híbridos, comuns... sem expressão.

Este é o detalhe que escapa aos olhos daqueles que se dizem mais preparados. Ter experiência de vida, observo, não é sinal de sabedoria. Afinal, uma criança de cinco anos, por vezes, é mais madura do que aquele que possui cinqüenta.

Até mesmo os mais centrados sofrem as agruras que o amor estabelece. Até mesmo os mais sensatos constroem – com graves erros de cálculo – os alicerces do que, para eles, representa a perfeição. Perfeição que atende pelo nome de relacionamento.

Eu não sei quanto a vocês, de verdade: apenas entendo que

amar é, simplesmente, divino. Contudo, saber administrar o amor é tarefa para

raríssimas pessoas. E elas, mesmo assim, têm medo – porquanto não sabem se estão a trilhar o mais correto dos caminhos. A mansidão toma conta do meu corpo, agora. A mansidão chega com o sono. Os olhos meus já manifestam, sem sombra de dúvida, o habitual cansaço. E a poesia, naturalmente prisioneira, está aqui – sem saber o que dizer àquele que, mesmo fatigado, insiste em escrever!

Dormir, neste momento, não é sinal de sabedoria. Dormir representaria adiar, por um certo período, o confronto – benéfico – inevitável. Dormir é

a expressão que provisoriamente acalma os ânimos. Eu, aqui; ela, na sua respectiva cidade.

Se o aprendizado restou, ouso afirmar que sou, então, um homem melhor. Se o aprendizado nos faz amadurecer, mesmo quando percorremos os mais áridos caminhos, é sinal de que estou – em tese – no caminho certo. Mas uma coisa é precisa neste caso: dói aprender desta maneira!

(Adriano Guia Ferraro, 31, 22/12/2006, SANTOS / SP / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 01h05 PM
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Minutos, horas... para sempre! 03/07/2006 16:33
Eu via a rosa. Trocou o
silêncio pelas palavras mais belas. Eu via a rosa. Devorou-me, entregou ao mais
intenso sonho a possibilidade - concreta - de amar. Eu via
rosa. Sedosa, carinhosa, única - porquanto amei a intensidade do verbo amar!
Vi Simone. Mulher delicada, precisa, viva por dentro e por fora.
Devora-me, construa ao nosso
redor a muralha que sempre
esperamos encontrar.
A poesia dos verbos, as
ígneas e simples mudanças
de
postura, a necessidade que
nos move - porquanto aprendemos
a
tecer um sem par
número de
movimentos (eles, conforme
dissemos, estão ali... adormecidos!). Um ao lado do outro. Nossas
pernas, nossos gestos, nossos
gemidos que tecem a crível
manifestação de felicidade - hoje, confesso, regra em minha vida!
As expessões que o
corpo
esboça,
as
ásperas estradas que iremos
desbastar, os contornos que
determinam um
sem par número de condições - condições
essencias à vida, expresso!
Os significados que
tocam minh'alma,
as
estruturas que ousei construir,
as
linhas e as medidas que
encontram no amor a resposta
para
os males
mais intensos. É
necessário construir
os alicerces e deixá-los
rijos. É necessário porque
a
vida tem seus
caprichos. E derrubá-los, em nome dos mais verdadeiros
sentimentos, é sinal mais que
evidente - diria
perturbador!
As místicas
construções, os
ciclos que se alteram a cada instante,
a ninfa que tocou
o meu coração. Movimento-me. Dialogo, pela vez primeira, com os mais firmes momentos - momentos raros (tão únicos que os decifro a toda hora!).
Minhas simples expressões,
minhas palavras íntimas,
meus modelos que
anunciam a possibilidade de algo
real - pela vez primeira!
Estes
canhestros versos,
estas
estreitas palavras, estes
encontros que somente o
amor proporciona.
A imegem mais que real, os sonhos, as luzes mais fortes...
À noite, quando os corpos se encontram, o riso - vivo - é o reflexo de que tudo é possível. Amo-a, Simone!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 03/7/2006, Passo Fundo / RS / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 08h44 PM
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Projetos, futuro, vitória 03/05/2006 07:19
Linhas, tumultos,
expressões e
nuas mudanças que
informam parte
deste
riso parcialmente
destruído. A sensação
de
independência, os limites
mais que intensos,
a poesia que devora o riso e
fortalece
a
tola e incerta
mudança de humor.
Os risos,
as
fortes
conquistas, as palavras
e
os movimentos que ouso
desenvolver ao lado
de
quem amo - porquanto
tocar a rosa
nua, repleta de significados, é
a
expressão mais firme,
o grito mais belo,
a simetria mais
completa.
Estes são
os detalhes
que enxergo. Estas
são
as
manifestações de
angústia que
encontro
ao seu lado.
Poemas, jornais,
limites e
serenas
sensações
que
golpeiam a face
e
tocam os
significados mais
belos.
Quisera
responder
aos mais
intensos
movimentos. E, neste
momento, o faço - porquanto
aprendi a dar
valor aos mais
íntimos passos (conquistados
de maneira
nada comum!).
Amo as
seguras demonstrações
de
afeto. Amo
as
primeiras
inovações que o corpo
fabricou. Pela
vez primeira
posso combater, sem o
auxílio de
qualquer
alopatia, os
reveses que
surgirão. E
vencerei - tenho certeza!
É preciso criar
resistência e compreender
a
dimensão
deste
novo mundo. É preciso
considerar
que o corpo
precisa experimentar
certa
dose de liberdade - vez que durante
um
considerável número de
anos fiquei preso em mim
mesmo (alheio,
inclusive, aos mais
íntimos desejos!). Contudo,
esta postura
castradora, quiçá
imposta pelo excesso
de
zelo dos pais, fez com
que ousasse
desbastar as mais
resistentes
muralhas - mesmo que
veladamente!
Novo. Pronto para
lidar com
detalhes
esguios, com as
mais várias nuanças, com
a vida - por assim dizer!
E posso
tudo, agora, porque
ousei construir
ao
meu redor
um detalhe diferente. Detalhe
tão
intenso
que ofusca
qualquer
argumentação (por mais viva
que seja!).
À noite, seremos
apenas
nós - a construir, um
ao lado do outro, bases
definitivamente rijas!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 03/5/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h21 AM
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Descobertas 02/05/2006 06:45
Um dia intenso,
uma forma
de
amar, o riso que
toca a fronte
cansada e estabelece um sem
par número de
expressões - expressões vivas (porquanto sentir o amor
é
algo que não
posso descrever!).
Os depoimentos que
tocam o corpo
bruto desenvolvem as
suas mais
intensas
cobranças. Exercem
influência, desenvolvem
prefácios (edificantes, observo),
concluem que é
necessário construir
a
viva e intrusa
forma de
amar. Este
impulso
íntimo, estas
arestas que
são aparadas,
estes
detalhes tão
precisos que
envolvem o
corpo
e
submetem a alma às
mais vivas provações.
Estamos aqui. Um a
olhar
para o
outro. Minhas pernas
confundem-se com as
suas e não vejo nada de
errado nisso. É um sabor
indescritível
estar
no outro - mesmo que
por breves
momentos.
É um sabor
ímpar acompanhar os passos
mais que intensos e
desenvolver
certas
mudanças, certos
aspectos
que
tocam a face nua - a esperar, confesso,
pelo beijo da manhã (terno, analiso).
As expressões que o
corpo faz quando se contrai
são únicas. Contraímo-nos, exercemos
um controle
tão intenso que o corpo, agora
em êxtase, conserva
dentro de si
as mudanças
mais que
produtivas - diria
para além d'alma!
Ouso estar
aqui, ao seu lado. Ouso
porque
em
determinado momento
as
luzes mais
sinceras pousaram
sobre a fronte
e
esclareceram a
boa nova: amar, observo,
independe da distância. Amar
é força que consome
o
corpo
e
o impulsiona para além
a
vida - este dom tão raro!
Quisera
compreender
os gestos
mais que intensos. Sou
humano. E por isso
sinto a necessidade
de
pintar o mais
belo dos quadros - mesmo
sendo incapaz de
retratar a mais
bela das flores. Contudo,
faço-o através da
poesia - movimento,
intensidade... mudança de
postura!
As mínimas
e secretas paixões hoje
dão lugar aos gestos
mais que reais. Os meus
abismos estão sepultados. Posso dizer que a minha caminhada será mais suave porque tenho você, Simone!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 02/5/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 10h47 AM
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Segurança 01/05/2006 08:39
A estrutura viva,
as
condições primárias
que
devoram os pactos
e os
minutos, e as
fantásticas histórias. Estes
projetos,
estas
formas fortes,
estes contrastes que
minimizam qualquer
movimento
em falso.
Vivo, finalmente. Os
olhares
teus, devoradores, são
fortes
o
suficiente
para
conduzir o corpo
meu aos lugares
mais
seguros. Amar o amor,
sentir a poesia,
construir os
vivos gestos e
reagir ao menor
dos impulsos. Devemos
apenas a nós esta
nova mudança. Devemos
apenas a nós
a vitória conseguida. Um acreditou
no
outro - porque sabíamos da
necessidade de
vencer!
Os olhos mais que íntimos,
a figura da mulher que
me
devora, as sensações que
passo
a
observar após os
mais intensos
diálogos - como
se
fosse
preciso dialogar com a pessoa
que
amo.
Amar os
vestidos mais lindos
que
a
nua ninfa coloca, amar
as erupções que
enxergo pelo corpo (porquanto
o amor, vivo, é forte
o suficiente para
nectarizar os amantes), amar
as demonstrações
de
afeto - mesmo aquelas
que tocam a face trêmula (resultado
do
pranto incontido!).
Estes
sinais
são belos em essência e
passo a cultivá-los de
uma maneira bem
especial. Estes
sinais
são
tão belos que
os
carrego comigo. Sentir,
amar, demonstrar
o
afeto que
percorre
o
corpo ao menor
sinal de
instabilidade. Amar
é
preciso porque
sentir
o riso
tocar a face
sisuda não tem
preço. Face
amargurada. Face que
esperou o amor
por mais de dez anos. Passei a escrever, inclusive, que o poeta
não foi talhado para sentir
a
recíproca do amor - porquanto minhas
dores, nuas e existenciais, conduziam-me ao abismo. Ele
era frio,
arenoso, sem cores. E ousei,
mesmo
debilitado, caminhar.
Encontrei novas cores. Cores
primárias. Dignas, observo,
do artista que toca
o
pincel e deseja, avidamente,
captar a
cor mais que
perfeita.
As sensações que
estão ao lado do poema são
únicas. As
sensações, Simone, mantiveram-me vivo!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 01º/5/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 01h12 PM
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Sentir, amar... poesia 30/04/2006 08:56
Segredos,
palavras
mágicas, palavras que tocam a
essência d'alma e dialogam de
maneira mais que viva.
Os olhares
delicados, as sensações
mais que
tênues, as seguras
demonstrações
de
afeto - presas à
intensa e viva forma de amar!
Amo-a. E por isso
demonstro os gestos que aqui
posso enxergar. Amo-a. E por
isso minhas impressões,
gravadas no peito, foram
feitas com os mais
diversos
materiais.
A poesia,
a demonstração ígnea,
os projetos e as
escadas, e os limites, e
os encontros que tocam a face
e
desejam
construir
parte
deste
inexorável projeto
em
vida - a vida que
sonhamos, a vida
que
descrevemos... a vida por ser
viva!
Ouso caminhar
ao teu lado. Compreendemo-nos,
desafiaremos
os
limites, tocaremos
a
impressão mais que real e seremos
nós - a depender
desta
troca (a depender um
do
outro, tão somente!). Estes
são
os pactos que faço. Estas
são
as conquistas
que encontro. Nossos
olhos, nossos gestos,
nossas
caminhadas,
os poemas e os
posteriores
sinais que
a
vida viva ousará construir.
Somos
nós. Somos homem e
mulher à procura da
identidade há
muito
perdida. Somos nós - intrusos
e ao
mesmo
tempo
descendentes
dos
mais
vivos
depoimentos. Amo-a, Simone! As
impressões
reais que
tocam a alma não são
feitas
do pífio material - como querem
os medíocres que não
sabem se
colocar. Nossa
história é
mais ígnea, é mais forte. Diria
para além dos
gestos vivos, para além
das
conquistas
imediatas... para
além do amor.
As serenas
condições, os
ensaios que
fiz, os
pontos e as verdades que timidamente
tocam
o
solo e consagram
a
vitória - mesmo antes
das
empreitadas. É complexo
pensar
assim. Contudo,
para quem ousa
é
deveras simples (porquanto
converteremos
a impressão áspera em
seda mais que macia!).
A vida é feita do áspero material. Transmutá-lo é uma arte, observo.
Simone: nossas vidas têm um significado, a saber, amar sem mistificações!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 30/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h57 PM
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O nosso começo 29/04/2006 07:22
Estas
linhas
intensas
desenvolvem
um
certo
minuto
de
angústia. Normal. Algo
vai acontecer. Algo
positivo, vivo,
definitivo - porquanto
caminhei em
direção a
esta
nova
mudança (viva em
minh'alma!).
Preciso
dos gestos teus. Preciso desenvolver
um sem
par
número de
construções e
cuidar para que os
planos sejam os mais
expressivos, os mais
delicados, enfim,
fortes
para
suportar
a
grande mudança - saudável
pelo
menos para mim!
As
intensas
necessidades,
os contornos mais que
vivos, as épocas e os relativos
temores
que
caminham lado a lado com
o poema - esta forma bela
que
devora quaisquer
manias (inclusive
as destrutivas!).
Estamos
aqui - um ao lado
do outro. Seremos
melhores,
lutaremos contra
as
adversidades, ergueremos
muralhas - sem, no entanto,
cercar as mais
belas paisagens!
Apenas seis dias. Um
histórico momento. Momento
que ficará para sempre
em
minh'alma.
As linhas mestras, as
estratégias,
os movimentos que o corpo
ousou
desenvolver. Pedaços
intensos,
linhas
íntimas,
épocas que
finalmente
poderei tocar. O que
era
distante
transmutou-se
em proximidade. Basta,
agora, sentir
os movimentos
mais vivos
e
estabelecer novos
rumos - apenas
os
saudáveis, observo!
Era
esta
a
consciência que
precisava. Era
esta
a
consciência que
faltava. Os
braços
vivos, as
pernas
rijas, a
alma presa
à forma mais que
real - diria sublime (porquanto
encontrei, a bem dizer da verdade,
a ninfa dos
meus sonhos!). Devora-me,
estabeleça sinais
e
relatos
vivos
que façam de mim um
homem melhor. Acordar
ao
seu lado, sentir os
passos teus, desenvolver
os
nossos
projetos de
felicidade. Seremos
o resultado
de
algo
belo, definitivamente
íntimo! As
mínimas
sensações,
as
construções que
irão devorar os
passos mais que elementares... nossas vitórias.
Encontramo-nos, finalmente! A bem dizer, viva simetria, nossa feliz história irá apenas começar!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 29/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h24 AM
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Apenas nós 28/04/2006 08:16
Seccionar
a
distância apenas
no
momento
exato. É preciso
ter
equilíbrio - comando
imperial (diria
específico em essência!).
Os nomes,
os sonhos
mais delicados que
pousam sobre o corpo
e
estabelecem novas
mudanças, novos começos,
sinais que sempre busquei.
À noite, os passos
não soam
em falso. Representam a
possibilidade de algo
verdadeiro - porque deixei
na cama as lembranças que tocavam
e maltratavam
o poeta. Hoje
sou
melhor. Homem
para
além dos
anseios e das
necessidades primárias! Tenho-a
ao meu lado. Sou
de
titânio porque
a
outra metade, também
do
mesmo material, está
comigo. Somos, a bem
dizer, indissociáveis! Pertencemos
um ao outro!
As
estradas,
as figuras
de linguagem
que podem muito
bem aparecer, os
contornos, os abismos,
as
elementares
direções que
reagem ao menor
dos sinais. Cá
estou. Homem que
sente
o corpo
tocar a simetria e
compreender os
gestos mais
que
reais. Cá estou. Homem
que
descobriu
as mais
serenas mudanças - porquanto
resolvi amar a
etérea
mulher (devoradora
dos
meus sonhos mais
intensos!). Este
sou eu: homem
que busca o
ideal de vitória e que
nasceu
para
vencer. Contudo, para que
isto aconteça é
necessário que
esteja ao meu lado.
As dimensões
elementares,
os vínculos
progressivos,
as
certezas que nos
alimentam - bem como
as
dúvidas (saudáveis em
qualquer
momento
da
vida!).
Sou
apenas
o resultado
do desejo que
corre sob as veias
e
estabelece
que
é possível
vencer - mesmo
quando
os amigos mais
próximos
diziam que era
suicídio tentar
algo
definitivamente
novo. Não os
culpo porque também
os parentes mais
próximos afirmaram
a
mesma coisa.
Reagir foi preciso - mesmo que
o preço tenha sido
deixar a cidade que tanto amo. Ela, ou melhor, as pessoas que a administram, não conduzem com
seriedade os objetivos estampados em sua bandeira.
Não importa. Sou feliz. Estou
ao lado de quem amo. E vencerei!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 28/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h17 PM
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Amor, certeza, vitória 26/04/2006 13:16
A viva mudança
é
forte
porque utiliza o
peito
como aquele que
propala a
boa-nova.
As insinuações, agora
concretas,
despertam o
corpo
e utilizam - a bem dizer
da
verdade - os mais intensos
e
solidários
momentos
de
felicidade - devoradora
de homens, confesso!
Os contornos,
as arestas
agora
definitivamente
planas, os
ensaios
que
a nudez
humana
constrói - porque ousei,
bem sei,
construir ao meu
redor alicerces
definitivamente
de
titânio (material rijo,
feito pelo engenho humano!). Porém,
bem sei
dos reveses que a
previsibilidade
humana
pode
desenvolver. Contudo,
arriscar-se na
vida, este dom
precioso
que
apenas nós temos
consciência, é preciso - porquanto
prostrar-se
revelaria fragilidade.
Vou e sei dos
meus motivos. Vou
para encontrar
o
amor. Vou porque
minhas hipóteses
fundamentam
a
possibilidade
crível
de
algo
intenso,
concreto. O
amor
vivo, a
profissão
parcialmente
concretizada, os
movimentos que
passo
a
enxergar - porquanto
foi
necessário
amadurecer, mesmo que
tardiamente!
As
lições mais
nobres, o
encanto com
o novo,
as
promessas
sérias que
ousam consumir
o amor
e
elevá-lo à
de
perfeição (elemento
por nós
desconhecido!).
Ouso
construir
minhas
seguras
pontes. Ouso
compreender
as
estradas
mais belas - bem
como as
tortuosas. É preciso, porém,
ingressar na estrada e
tocar o corpo
para que
sensação seja
forte - diria febril, nua mulher!
Estendo
os braços
parcialmente largos
e
construo
a necessidade de
estar
ao seu lado. Ergo
as
palavras, as
sentenças, os
definitivos
instrumentos
de febre - posteriormente
convertidos em
necessidade (ela
que pulsa,
reclama
e
constrói a
justeza dos
mais firmes
depoimentos!).
Tomo-a em meus
braços, Simone! Tomo-a
porque
preciso sentir
a
necessidade
tocar o peito e elevar a alma. Por
isso, maviosa
simetria, encontro
nos braços teus a segurança
de que necessito!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 26/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h18 PM
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Construções 25/04/2006 07:26
Fases nuas,
contornos específicos,
estáticos limites
e
contusos projetos
que caminham lado a lado
com o
poema.
As estradas
secas, os covardes
insultos que
timidamente
dão lugar
aos mais
incertos relatos
que a previsibilidade
humana ousou
constatar.
Apenas os
trechos, as
ruínas, os
nomes fáceis que
estabelecem a
provável síntese - a síntese
que
devora o corpo e constrói,
ao lado d'alma, relatos
de
febre, de gula e jejum.
Os sinais que
constroem o amor
são fortes
há muito tempo. Os sinais
que tocam os corpos que
amam
ousam devorar os maus
resultados - porquanto
é
possível, a bem dizer
da
verdade, ouvir e
descobrir o que
de
nobre existe.
A concretude
dos argumentos,
a necessidade primária,
os elos e as
pegadas que são deixados
ao lado do nu solo (para,
assim entendo, caminhar em
direção aos
concretos impulsos [tão raros
em outrora!].).
Amo o amor, a amada,
os olhos, os gestos,
o todo. Por isso
minhas mãos, hoje trêmulas,
conversam mais que
os meus
lábios. Por isso que
minhas pernas, hoje
delicadas, apreciam
manter-se quietas. São
os
mais
vivos
testemunhos que encontrei. São
as
mais íntimas liberdades
que
pousaram sobre o meu
peito e consideraram
a
possibilidade - concreta - de
reconhecer
o
amor. Por isso,
observo,
sou melhor - homem em
busca
das
mais
vivas realidades (porque
encontrei, após um sem par
número de
tentativas, a mulher
mais que
perfeita, a saber, Simone!).
A demonstração de
afeto,
os gestos
potentes,
as caminhadas
e
os
critérios mais vivos - eles,
confesso, pertos
d'alma.
As linhas mais
firmes,
os encontros possíveis,
as próprias
fantasias
que
anunciam os
mais
rijos
discursos. Colocá-los-ei
em prática. Por isso
é necessário, também,
passos firmes - aliados, é
evidente, ao
equilíbrio
primário.
As condições mais vivas,
os nefáveis encontros,
os nossos poemas. De
fato, tocara os instantes mais que precisos!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 25/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h28 AM
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Identidade 24/04/2006 08:24
Estes
intensos
gemidos, estas conquistas que
desdobram os
mais ásperos materiais (orgânicos, confesso),
estas
secretas poesias
que alimentam os
delírios
concretos de um
poeta
que
encontrou (após um
sem par número
de
anos) o amor - este
vínculo
primitivo.
Amor. Simetria que
aguça
os
mais vivos
sentidos! Amor. Sinal mais
que
perfeito e
que
demonstra a poesia
e
o
sóbrio discurso - tão raro
que cativa até
mesmo as crianças (mais
sensíveis às mudanças!).
Amo-a. E
aqui estou - a definir,
sustento,
o sentido que isto representa. As
lições
mais
adoráveis que
tive, as simétricas
projeções, os
olhares
volúveis e que
demonstram uma
certa
preocupação. Estamos
juntos nisso tudo. Pertencemos, como
já tive a
oportunidade de dizer, um
ao outro - porquanto este
sentimento,
filho da beleza e da viva
forma, seduz e conforta
(bem sei) os mais
ásperos
tormentos - aqueles
que estão ali, abaixo do
mamilo esquerdo!
Somos
íntimos, descobrimos
nossas
ações pois encontramos - a bem
dizer da verdade - os mais
tênues
delírios.
Sínteses não
cabem neste poema. Sínteses
representam, ao menos
para mim, insuficiência,
apatia... medo. Por isso
escrevo e desdobro
o poema em possibilidades
mil (porquanto ousei,
pela vez
primeira, amar
o amor e sentir
o riso mais delicado!).
As
seguras
provações, os
minutos que passam,
as insinuações
que
cativam o
vate e
descrevem, bem sei, os
mais
serenos limites
que
a
previsibilidade ousou
desenvolver.
Amo-a, como já disse. Amo-a porque
posso sentir
o coração
acelerar. E isto
não tem preço!
A vida mais
viva,
os passos mais leves,
as direções que tocam
e
invadem
as
certezas mais que
latentes. Os impulsos,
as caminhadas, as
inortodoxas
idiossincrasias
que
descrevem
os mais
expressivos sinais
de
liberdade. O amor
é livre. E quem ama, observo, também o é!
À noite, os sinais mais vivos demonstram que é possível amar!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 24/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h25 PM
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Juntos 23/04/2006 09:08
Sólidos
gritos,
nuas fronteiras,
elos e
sinais que
tocam as caminhadas
dos
limites
mais que extremos.
As cínicas ruínas,
os tormentos,
a
felicidade
que me devora. Sou
eu, filho da certeza
e
dos
elementos mais vivos - porquanto
a
vida, este
presente mais que ígneo,
abriu os braços e, em postura
clássica,
abraçou aquele que
queria
sobreviver.
Encontrei-a, Simone! Os
laços
mais nobres, a beleza
mais íntima, a raiz dos
gestos que
define
um mil avos
do que pode ser
denominado amor.
Os toques,
as
linhas, os encontros que
os corpos desenvolvem
e, segundo entendo,
compreendem a
necessidade de
amar - porquanto somos
assim, próximos (diria
parceiros d'alma!).
Nossos gostos,
nossas justificativas,
nossos gemidos,
nossas conquistas,
nossas épocas,
nossos prefácios,
nossos diálogos,
nossas primárias
necessidades (aliadas
a
um sem par
número de expressões - todas,
confesso, diferentes,
para além da
alegria habitual!).
Somos
apenas nós e os verdadeiros
amigos! E mais ninguém.
Amo as
linhas mais tímidas que
encontro ao
tocar
o corpo
teu, amo as
direções mais
significativas,
ouso devorá-la - porquanto
amar é, também,
antropofagia!
Precisamos um do outro. A
distância, hoje
percebo, não
será
algoz. Mostrar-se-á
solidária uma
vez
que
somos, indubitavelmente,
homem e
mulher à procura de
algo profundo, sem as
considerações
que tocam a linearidade dos
relacionamentos. Somos
melhores. Somos
quem precisa
do afeto para
encontrar
o suporte
para
a
vida cada vez mais seca. Não
a
vida
viva, essencialmente
pura (mas
a vida
conduzida
pelos seres
humanos - algozes, filhos
da
angústia e do
disforme relato!).
Este poema fala
sobre a vida - particularmente
sobre a
nossa vida (intensa, forte, inexorável!). Estamos dentro um do outro, observo. Somos
homem e
mulher e por
isso encontramos, um no outro, a
possibilidade crível do amor mais que eterno!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 23/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 01h16 PM
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Fortaleza 22/04/2006 13:24
A intensa
mulher,
os rijos
momentos que
ousarei
tocar,
as
linhas e os depoimentos - íntimos - que
monologam e tocam, e compreendem
a
dimensão
do
verbo amar - este
verbo
poderoso!
As linhas mestras, os
contornos estéticos,
as
sinuosas
mudanças que tornam clara
a
posição do poeta.
Ouso construir
sinais,
diálogos,
fáceis
impressões que me
devoram - porquanto
os gestos mais
vivos, prestes
a
compreender
as
linhas mais
vivas, são feitos
com os materiais
mais resistentes!
Amar,
amor,
poesia e resultado,
e
minuto de
contemplação - a
contemplação
mais que viva (diria
própria, essencial
à
vida!).
Os gestos
teus, de tão íntimos,
caminham lado a lado
com o poeta; os
gestos teus,
felinos,
fitam as
necessárias
e
firmes
mudanças - tão
específicas que
devo descrever, a
bem dizer da
verdade, estes
gestos
como
intensos,
fruto do amor
que nunca sentira.
Nossos
toques,
nossas fantasias,
nossos laços - feitos
com
a
mais
pura
seda (o tecido dos amantes!).
Nossas
serenas peças, nossos
braços
incomuns, nossas
estradas - portadoras
do
material
mais
seguro (aquele desenvolvido
pelo
engenho humano!).
São estruturas,
linhas retas,
curvas (sempre
mais vivas que
a
inflexibilidade linear!).
Ouso
confessar que
os passos teus são
noturnos. Arrancam-me
do chão
e tornam este
poeta
melhor - porquanto um dia, observo, senti o corpo parar!
Melhor - para além da
inexorabilidade, nua mulher!
Os gestos poderosos,
as lições
intensas, os comandos
que
governam e impulsionam
o
corpo
para
além
das
necessidades primárias.
Melhor. Homem de um
sem
par número de divagações. Homem
que espera e sente os mais
complexos gritos - porquanto
ousei, a bem dizer da
verdade,
entregar o corpo, os critérios...
minh'alma!
Melhor. Definitivamente
de titânio.! Minhas presas, minhas forças,
meu céu. Inda é
possível crer nas idiossincrasias do amor, intensa simetria!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 22/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h26 PM
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Nossas recíprocas 21/04/2006 07:25
Estes gestos
tão precisos desenvolvem
um sem par
número de
expressões - as expressões
que eu, hoje homem mais
preparado, sempre
procurei.
Os sinais
íntegros,
as nuas formas,
os
castelos mais próximos que
evocam as
delicadas e íntimas
mudanças - elas, ígneas,
tocam os movimentos, as
sensações, os poemas
evidentemente
mais próprios!
A poesia dos
momentos
mais belos, as
estradas
que simplificam a vida,
os vivos ensaios que
demonstram a
necessidade
de
construir
um apelo mais
firme - definitivamente
de
titânio!
Linhas intrusas,
rijos
desejos,
peças
e
potentes
relatos de fé
que demonstram
a
curiosa
maneira de enxergar
o mundo - ele,
intenso, produzido com
as
mais vivas
cores!
São
estes
os
sinais que
posso, mesmo a distância,
desenvolver? Creio que
sim, simétrico impulso! As
hereditárias
mudanças, os
nomes nus,
as pálidas
e
sistêmicas criações
que
percorrem - no todo ou
em parte - os
gestos mais
que reais (diria
próprios - porquanto
sentir
os passos
dentro do
corpo
significa entrega, razão de
de
estar
junto [mesmo que
a
distância, temporariamente,
nos separe!].).
São estes
os testemunhos que
ofereço. São feitos com
os materiais mais
resistentes que o engenho humano
pode
encontrar. Alguns, penso,
não são daqui. Vieram das
estrelas - as mesmas estrelas que
inspiram e tocam, e
conduzem o poeta
para
além da
sensibilidade (sempre
intensa, inquieta... viva!).
Amo os
gestos teus, sinuosa
mulher! Amo as
impressões deixadas
no corpo meu. Ainda
posso senti-las,
delicada Simone! As
reações mais
convincentes,
os delírios mais
febris,
os comuns e
extraordinários desejos
que
tocam a tez e
produzem a
diferença - tão
rara,
inconstante,
felina!
Sibila! Devora-me, Simone! Toque
com
os olhos e
fabrique
as
mais
potentes impressões
que o corpo
possa
suportar! Ouse,
surpreenda-me, envolva-me.
A bem dizer, os passos teus me acalmam!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 21/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h28 AM
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O eterno riso 20/04/2006 07:31
Tocar o corpo
teu, desenvolver
certos
ensaios,
criar e anunciar - à luz dos mais
íntimos segredos - palavras
e
certezas
que
minimizam a distância
mais que evidente.
Os sinais,
os impulsos,
as tentativas, os
horrores,
as saudades,
os encontros,
as
imagens, os
nus apelos,
os caminhos - sempre
mais fortes, definitivamente
maiores que o
mundo!
Estes
ensaios não são
específicos, delicados,
maviosos. Estes
ensaios
estão acima
das
liberdades, dos ideais
do
homem e da mulher. Amar. Relação
forte, intensa,
própria - porque consagra, assim
enxergo, os passos mais
íntimos, as certezas
mais ásperas, os momentos
mais
delicados.
Preciso do corpo teu. Preciso
sentir
as
urgentes
manifestações
e
ousar
compreender
as
delicadas e
firmes,
e
poéticas mudanças.
Os ombros
íntimos, as mãos
alvas, os corpo
sinuoso, os toques
expressivos, nós, amantes - presos em
nós mesmos (porquanto ousamos, observo,
construir nossas representações
e
cercar, com o mais rijo
dos
materiais, o nosso
castelo!).
Somos imprudentes,
somos menina e menino
à procura da necessidade
primária, qual seja, a felicidade.
Os olhos teus,
os movimentos teus,
as vivas
necessidades
que testemunham os
intensos
diálogos - porque amamos, pela
vez primeira, o vínculo
maior, a saber: a identidade
um do outro! Respeitá-la,
confesso, é a certeza de que
será para a eternidade
este
vínculo mais que
febril. A febre dos poetas,
o corpo da nua ninfa,
as razões sem
razão que
contornam parte
destes
segredos que, de tão íntimos, são
guardados
aqui, abaixo do mamilo esquerdo.
Estes
ensaios noturnos,
estas
conquistas
íngremes,
estes
paradoxos que
podem ser
resolvidos
quando do menor
dos movimentos - porque
ousei, a bem dizer da verdade, estimular
nossas
caminhadas para além do
vínculo mais que
forte, qual seja, o amor.
À noite,
minhas
impressões, inabaláveis em essência,
tocam respostas há muito erigidas!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 20/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h33 AM
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