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"Adriano-Poesia"
 


Os momentos mais felizes

 

Cá estou! À espera dos gestos teus!

Cá estou. Desenvolvendo minhas vivas intenções

- elas, sempre devoradoras!
Os gritos limítrofes, as armadilhas nuas,

os senhores que cauterizam certos resultados, certas impressões,

certos delírios que tocam e vulneram, e caminham de modo parcialmente único.

As formas tênues, as caminhadas mais lúcidas,

as estruturas que desenvolvem

- no todo ou em parte –

as tênues e compreensíveis mudanças de humor.
Desejo os passos teus.

São simétricos, ígneos, potentes.

As formas vivas, as simétricas demonstrações de afago,

os contundentes minutos de fúria

- presos às críticas e impensáveis mutações!
Quisera os pactos, as demonstrações de afeto, os contornos

e as possíveis manifestações de fúria.

O corpo intenso, a ninfa nua,

os arquétipos que condicionam certas impressões,

certos desejos, certas mudanças

(tão fortes, intensas, visivelmente íntimas!).
Às vezes, quando os frágeis sinais demonstram

o quão possível é transformar-se,

estes ensaios nus, de titânio, inda resistem

- na esperança, vã, de consumir o que de nobre existe.
A impressão que fica,
as respostas que tocam o nu solo,
as possíveis e distantes mutações - próprias, ígneas, sandias...
Os beijos teus,
os passos tão firmes,
a mulher, Sônia, que caminha e desenvolve a força e o crível minuto

- sempre tão vivo, intenso, honesto (próprio da beleza!).
Os passos, os relatos tão serenos,

as impressões que vulneram as defesas do nu poeta.
Os vínculos, as formas, os delicados pontos em comum.
Estes desejos tão serenos, estas armadilhas tão secretas,
estes olhares que tecem as mais vivas formas de amar.
Um fácil encanto,
uma demonstração de afago,
um mil avos que toca e desenvolve a firme e lúcida impressão.
Os gestos teus,
as caminhadas nuas,
os secretos passos que desenvolvem as mais maviosas impressões.
Nossos encontros, nossas sensações íntimas,

nossos delírios - presos à fácil veracidade.
De fato, preciso de você!


©Adriano Guia Ferraro

29, 15/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil) 05/15/2005 11:26



Escrito por Adriano Guia Ferraro às 03h28 PM
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Um gesto, um começo.

 


 

São tantas impressões,
são tantos desejos, são formas e farsas,

e caminhadas que tocam

e desenvolvem certos prelúdios de felicidade.
São tantos caminhos, são tantas expressões,

são tantos minutos e formas, e circunstanciais limites de fúria.
Estes caminhos nada ortodoxos,

estas certezas que tocam e desenvolvem certos anseios,

estas inocentes e verdadeiras formas de amar

 - tão intensas que tocam e desenvolvem, e vulneram

o corpo em evidente silêncio!
Os gritos comuns, as arestas nada ortodoxas,
as sensações que cauterizam certos aspectos de lucidez

- ela que devora e vulgariza o poeta!
As estradas mais fortes, os serenos e dispersos minutos,
as ásperas sensações de titânio

que tocam parte deste sinal nada perverso.

Os instantes distantes, as mínimas formas,
os critérios que anunciam parte de um mesmo sinal de prudência.
Ouso perturbar a fronte cansada.

Ouso fabricar certos ensaios que a nua luz condena.

As imagens íntimas, as delicadas páginas,
os sinais e as hipérboles

- sempre à procura deste crítico e intenso minuto sem forma.
As vestes da nua mulher, as sombras que me devoram,
os passos teus - sempre tão simétricos, intrusos,

verdadeiramente mínimos (poderosos por excelência!).
Deixe-me tocar a face íntima.

Deixe-me tocar o que de nobre existe.

As estradas tão maviosas, as secretas maneiras de amar,

os pontos e as hipóteses

- sempre à procura dos cínicos e voluntários espasmos

(fortes, decididamente fortes!).
Observo-a. Não há sinais aparentes!
Observo-a. Não há sinais vivos!

Há, em verdade, a intensa e possível maneira de dizer que o amor,

este sentimento público,

toca e desenvolve a fixa e penetrante mudança

(tão forte, íntima... precisa!).
Observo-a. Os passos tão intensos,
a voz tão serena, a mulher que cativou o poeta

de uma maneira viva, secreta... geométrica!
Pactos,
desejos,
pontos ígneos.

Estes gestos, tão profundos, domam o poeta; os verbos teus, verdadeiros!

 

©Adriano Guia Ferraro

 29, 14/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil) 05/14/2005 06:38



Escrito por Adriano Guia Ferraro às 10h40 AM
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Mais um poema para você

 

 

Estes pontos frágeis,
estas mudanças que me aprisionam,
estes gritos imersos que cauterizam parte de mim. Os gemidos tolos,
as sensações informes, as cruas e delicadas fronteiras que anunciam factóides,

lições amaras, desejos sem par.
Contudo, o corpo reage porque ousou amar novamente.

Ela, linda, precisa, mulher que toca e desenvolve

- a bem da verdade - os fáceis e estáveis projetos de felicidade.

A menina tão sublime, as condições nada volúveis, os gritos

e as extremas lições - mais fortes que o amor

(este cínico intruso que a todos devora!).
Ouso compreendê-la, viva Sônia! Tão simétrica, tão mulher,

tão simples e ao mesmo tempo tão sofisticada.

É fácil percebê-la.

É fácil encontrar os quebrantos teus

- eles, insisto, devorador de poetas!
Quaisquer gemidos, quaisquer fantasias,
quaisquer sinais que tocam e desenvolvem,

e fabricam, e compreendem, e vulneram...

Deixe-me percorrê-la, olhá-la com olhos gulosos, tocá-la.

Estes pedidos, de tão firmes, são sinceros, vivos, intensos,
precisos, íntimos... delicados!
Preciso dos gestos teus.

Preciso escrevê-los, desenvolver a frágil e intensa mudança.

Nossas sensações, nossos caminhos ortodoxos,

nossas paixões que tocam e consomem as vivas mudanças de humor.
O grito sem par,
as veracidades ígneas,
as inocentes prisões - tão belas, potentes, maviosas!
Quisera consumir este paradoxo.

Quisera tê-la em meus braços ao menos uma vez!
Os vínculos que tocam o peito do vate,
as criações que golpeiam as expressivas mudanças,

os olhares que denunciam certos movimentos

- estes, vivos por dentro e por fora!
Preciso dos comandos primitivos,
das horas mais firmes,
dos contornos mais fortes
para sobreviver a mais um dia!
Preciso de você, sublime e ao mesmo tempo comum.

Mulher pelo simples fato de ser mulher.

Mulher do mundo, mulher de todos os momentos,

mulher que me devora por dentro e por fora.
Os gestos teus, íntimos; os passos teus, delicados.

Proteja-me!

 

 

 

©Adriano Guia Ferraro

 29, 13/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil) 05/13/2005 07:15



Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h19 AM
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À Sônia!

 

 

 

Passos confusos, sensações menos amargas,

delírios e dimensões que tocam os relativos minutos de febre.

O corpo, em chamas, reage, produz um sem par número de armadilhas,

descreve - com precisão - quais os delicados minutos sem forma.
Talvez a firme mordaça não seja melhor.

Talvez os passos nus não sejam meus.

O complexo desejo, as inocentes paixões,
os gritos e as estreitas formas,

e os complexos e delicados momentos de fúria.

Ouso caminhar de maneira íntima.

Ouso produzir um pequeno, mas forte, limite de culpa.

Os risos estranhos, as delicadas atrações,

os nomes e os pacíficos trechos de sanidade.

A crueza sem par, os ímpares recados, as noites

que invadem os comuns e tristes desejos - tão fortes, inocentes... sandios.
Preciso de tempo.

As sensações íntimas, dotadas de credibilidade, reagem ao menor dos sinais.
A impressão do beijo teu,
as caminhadas mais ortodoxas,
as sínteses - perfeitas - que tocam os mesmos sinais de lucidez.
Preciso de você. Ao lado meu, confesso.

Preciso da mulher, da menina, da simetria que toca

e desenvolve o seu firme projeto de felicidade.

Preciso da Sônia - tão íntima e ao mesmo tempo tão vulnerável!
A mulher dos olhos intensos, as conversas mais serenas,
os relativos pontos que tocam e desenvolvem,

e caminham com segurança - a segurança de que necessito!
Os pactos, as horas mais intensas,
os segredos que tocam as informes mudanças de postura.
És delicada, intensa, viva,potente, complexa...

Mulher de vários quebrantos.
Deixe-me aproximar e conter este impulso que a todos devora.

Deixe-me aproximar e compreender o traço que a diferencia das demais.

Deixe-me aproximar para que possa procurar as vivas e inquietantes transformações.
Conversas únicas, pequenas e urgentes mudanças, posturas
que vulneram o menino - sempre preso à volúvel e indestrutível noite.
Os olhos teus, de tão simétricos, cativaram os gestos do poeta.

Os olhos teus, intensos!

 

©Adriano Guia Ferraro

 

 29, 05/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil) 05/05/2005 08:07


Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h15 PM
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Nossos momentos

 

 

 

 

Minhas angústias, meus temores, meus flagelos - curados pelos precioso olhar!

Os ombros sandios, as estradas nuas, as caminhadas mais firmes

- à procura do intenso e sublime amor.
Quisera tocar as vivas formas,
quisera o sandio delírio,
quisera monologar com os tristes e incansáveis minutos de febre.

Estas arestas, críticas, inda insistem em caminhar ao lado do vate.
As estreitas prisões,
os delírios impronunciáveis,

As inquietantes transformações - tão próximas, distantes... nuas!
Melhor. Para além dos gritos

e das criteriosas maneiras de enxergar o dia - tão vil, cru, delicado.
As novas sensações, as maneiras de exprimir o amor

- a cada dia mais intenso, forte... próprio!
Deixe-me observá-la.

Os passos teus, potentes, são forma, fantasia, desejo e decisão, e incertezas.

Já não podemos mais brindar a um novo começo.

Já não podemos brindar às tolas mudanças.

Já não somos mais os mesmos.

Mudamos. Para melhor, assevero!
Tão simétrica! Tão mulher

que corresponde e vibra pelos mais canhestros poemas

- eles que devoram, cauterizam e, quiçá, apontem uma direção

(esta, confirmo, há muito perdida!).
A risada mais gostosa,
os ígneos projetos que a nua mulher ousou construir,
os toques e as vulneráveis maneiras de dizer que este sentimento pulsa,

decide... caminha com firmeza.
Tão importante tecer estas considerações. Sinto-me à vontade, expresso.

Nossos pontos em comum, nossas carências,

nossos ombros que passam a suportar os mais sinceros minutos de culpa.
Observá-la, quando o poeta está triste, é sinal de melhora - profunda melhora!
Observá-la, quando os dizeres tomam grandes proporções, é deveras urgente!
Os passos maviosos,
as simétricas motivações,
os encontros e as estruturas - sempre mais fortes!
Cultivar este canteiro,
cuidar das rosas,
enaltecer a nobreza da intensa ninfa.

De fato, potente mulher,  ouso tocar a sólida e verdadeira mudança.

De fato, nossos olhares são próprios, fortes, inexoráveis!


©Adriano Guia Ferraro

 

 29, 04/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil 05/04/2005 13:16



Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h12 PM
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Evidência

 

Secretas manhãs que anunciam os mais sensíveis delírios.
As estreitas mudanças, os caminhos nada relativos,

As expressivas vozes - capazes de reagir ao menor sinal de loucura.
Químicos contrastes,
épocas nuas,
insones e delicados passos que estabelecem vivas e importantes conversas

 - aquelas que jamais tive.
Um gemido vivo, um gesto possível,
o amor - devorador de homens!
Sínteses, elucubrações vivas, dias e semanas ao lado teu.

Preciso do afeto teu, dos caminhos teus, do riso, do corpo, da nua formação

- tão intensa, precisa... delicada!
Amo, por assim dizer! Amo-a

porque descobri que amar o sujeito do amor é preciso.

Não me abandone agora. Vamos de mãos dadas?

Vamos seguir e demonstrar que somos fortes

o suficiente para lidar com os reveses que insistem em aparecer.

O grito seco, a vida seca, os passos notadamente secos.
Deixe-me tocá-la ao menos uma vez.

Desejo sentir o gosto dos cetrinos lábios

- tão significativos para mim!
Ao menos uma vez, nua ninfa!

A específica esperança, os nomes contrários,

as épocas e os caminhos que tocam e vulneram, e decidem o que é melhor!
Tão forte, viva... mulher. As certezas que  me tocam,
as prisões que não mais habito, as conversas que temos

- tão importantes, íntimas, progressivas!
Os locais mais firmes, as concretas mudanças,
os olhares que tocam e demonstram a força do verdadeiro amor.

É tarde. Recuar não posso. Vejo-me envolvido.

Nossos passos tão secretos, nossas frustrações,

nossos constantes impérios que - parecem - desejam cair.

É impressão. Nossos contornos, mais fortes e importantes,

vislumbram saídas mais firmes... Definitivamente melhores.
Estes instáveis segredos que a todos devoram,

estas peças de marfim que nada valem,

estas presas - mais afiadas (contudo, não perfuram ninguém!).
É sábio esperar? Acredito que sim.

Por isso espero, demonstro paciência, limito-me

(quiçá para não tomar a loucura nas mãos!).
Aqui estou. Aproxime-se. Não tenha medo!

©Adriano Guia Ferraro

 29, 03/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil) 05/03/2005 07:28



Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h31 AM
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Nossos momentos

 

Noite, dia, sonhos - de titânio! Um salto para a eternidade

- quiçá para compreender o amor

(este vivo e intenso minuto de saudade!).
Noite, dia, trechos ímpares

- tão firmes quanto as mais belas maneiras de caminhar!
Verdades, eternas mudanças, únicas prisões, sólidas preces, últimas notícias.
Quisera o riso teu, as expressivas mudanças de humor,
os gemidos que tocam e monologam, e...
Sínteses primitivas, alicerces incansáveis, peças e vivas imperfeições.
Os gestos mais serenos,
as delicadas impressões,
as risadas mais serenas

- elas que tocam o poeta e decifram parte deste limite de culpa.
Um abismo sem fim, uma crua sanidade,
um trecho que percorre a viva e distante forma

 - ela, assim observo, devoradora de meninos!
Deixe-me amá-la!

Os passos, tão firmes, são precisos, delicados, invasores.
A acentuada prisão,
os ombros que pesam,
o poeta que grita e ousa vulnerar parte deste simples prólogo.
A sensível maneira de enxergar a triste prisão,

os encantos que reduzem o corpo à crua condição,

as imersas e delicadas fronteiras

- tão contínuas e dispersas, e insustentáveis!
Passado. Esta moeda, que a todos perturba,

contém um mil avos desta nua e delicada mudança.

Para melhor, nua simetria!

Os risos teus, as inconstantes armações, os gritos

e os pálidos delírios. Vínculos, estreitas páginas,
simétricas impressões que tocam o corpo do poeta

 - este menino que reaprendeu a viver.

Caminho com segurança. Caminho porque sei,

 no todo ou em parte, demonstrar afeto

(este instinto tão puro quanto o sólido amor!).
É saudável vê-la. É saudável tê-la aqui por perto.

É saudável sentir a presença tua

- quando os momentos, pelo menos para mim, são frios!
Aqueça-me. Deixe-me ao lado teu!
Toque-me. Preciso de afeto!
Eu, filho do vivo estertor, aprendi a amar a suprema forma,

o intenso brilho, a mulher que cativou

 - a bem da verdade –

os pálidos delírios deste vate!

©Adriano Guia Ferraro

 29, 02/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil) 05/02/2005 13:07



Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h09 PM
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Palavras, fortes palavras!

 

 

Tocar os lábios teus,
desenvolver uma síntese perfeita do amor,
conduzi-la aos mais expressivos dizeres

- quiçá para demonstrar esta força, este segredo

que perturba o vate, esta natureza tão primitiva!
Nossos pactos vulneráveis, nossas impressões de aço,
nossos conflitos e nossas hipérboles!
Quisera, ao menos uma vez, tê-la em meus braços.

Não são simplesmente palavras.

São formas, intensos depoimentos que tocam e vislumbram

as elementares certezas - elas, acredito, mais firmes!
Um riso nu, uma forma tola,

um caminho que desenvolve a natureza dos quebrantos teus.
Os olhos tão puros,
o encanto tão prudente,
as concretas impressões que dialogam com os tênues momentos de dor.
Nossas promessas, nossos contornos, nossos horizontes

que teimam em cauterizar certas notícias.
Vou-me embora. Quiçá em direção ao corpo teu

- mais preparado para devorar o poeta em eterna decadência!
Cura-me, nua mulher!

Deixe-me, ao menos uma vez, compreender os gestos

tão delicados, tão firmes, tão maduros

- encantadores e previsíveis, por assim dizer!
Cura-me, serena forma! Deixe-me considerar que os passos teus,

íntimos, produzem certas reações que há muito não sinto.

Deixe-me compreender que os gestos teus, intensos, são forma,
delírio e impressão que tocou as retinas minhas.

À noite, quando os preciosos momentos de lucidez ousam caminhar

em direção ao ponto mais obscuro, encontro a luz

- saudável para retirar o nu menino da cínica e perversa escuridão.
Devora-me. Necessito dos gestos teus,

Das estradas mais precisas, dos momentos

e das lúcidas maneiras de enxergar o amor

- este contundente minuto de intensidade!
Prenda-me. Faça-me prisioneiro ao menos uma vez! Devora-me!
Desenvolva o seu frágil projeto de felicidade.

Caminhe com segurança, responda com vontade

 - extrema vontade! -, ouça. Não há o que dizer, suprema forma!

Não há mais lágrimas para derramar!

Viva simetria: preciso do riso teu!


 

©Adriano Guia Ferraro

 29, 01º/5/2005, Santos / São Paulo / Brasil) 05/01/2005 12:13



Escrito por Adriano Guia Ferraro às 04h16 PM
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