Meu humor



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SANTOS, PONTA DA PRAIA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Spanish, Arte e cultura, Cinema e vídeo, Teatro
MSN -




Arquivos
 16/12/2006 a 31/12/2006
 01/07/2006 a 15/07/2006
 01/05/2006 a 15/05/2006
 16/04/2006 a 30/04/2006
 01/04/2006 a 15/04/2006
 16/03/2006 a 31/03/2006
 01/03/2006 a 15/03/2006
 16/02/2006 a 28/02/2006
 01/02/2006 a 15/02/2006
 16/01/2006 a 31/01/2006
 01/01/2006 a 15/01/2006
 16/12/2005 a 31/12/2005
 01/12/2005 a 15/12/2005
 16/11/2005 a 30/11/2005
 01/11/2005 a 15/11/2005
 16/10/2005 a 31/10/2005
 01/10/2005 a 15/10/2005
 16/09/2005 a 30/09/2005
 01/09/2005 a 15/09/2005
 16/08/2005 a 31/08/2005
 01/08/2005 a 15/08/2005
 16/07/2005 a 31/07/2005
 01/07/2005 a 15/07/2005
 16/06/2005 a 30/06/2005
 01/06/2005 a 15/06/2005
 16/05/2005 a 31/05/2005
 01/05/2005 a 15/05/2005
 16/04/2005 a 30/04/2005
 01/04/2005 a 15/04/2005
 16/03/2005 a 31/03/2005
 01/03/2005 a 15/03/2005
 16/02/2005 a 28/02/2005
 01/02/2005 a 15/02/2005
 16/01/2005 a 31/01/2005
 01/01/2005 a 15/01/2005
 16/12/2004 a 31/12/2004

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 cãodanado
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 @cervo
 UOL





"Adriano-Poesia"
 


Os teus encantos 15/04/2006 07:14
Os corpos,
nus, descansam. Formaram
pactos, lideranças
íntimas, projetos
e
expressões,
e sinais
mais que evidentes - quiçá
para
demonstrar, à luz dos
gestos mais
intensos, que amor (vivo
e
forte) carrega consigo
um
sem
par
número de
expectativas.
As lições
íntimas, os
prelúdios intrusos,
as manhãs comuns e os
laços mais que
perfeitos - sempre,
confesso, à procura
do corpo
alheio (intenso,
delicado... mavioso!).
Estas são
as
expressões que
perturbam
minh'alma. Perturbam
porque este sentimento
delicado, qual seja, o amor,
tocou, pela vez primeira,
os quebrantos e
as
justificativas
mais que
intensas - quiçá porque
foi preciso, após um
longo de
período de
espera, criar novas
modalidades, novos
passos, novas
esperanças. O
corpo, anteriormente
acostumado aos
verbos mais que
insensíveis, deixou
na boca nua
o gosto da
náusea; o corpo,
quase sempre
submisso, acordava com
os passos
secos, imprudentes...
definitivamente
sem vida. Estes
eram os
habituais manifestos que
invadiam, a bem dizer
da
verdade, o corpo
e
parte
d'alma. A outra
metade
eu guardava para
uma ocasião
perfeita - tão
mágica
que ousou
acordar o poeta do
habitual torpor.
Um novo prelúdio,
uma estrada
sem retas, curvas...
paralelas. Uma
estrada, como disse,
seca, sem vida. No entanto,
por mais paradoxal
que fosse, poética. Contudo,
observo, saudades
não posso
nutrir de um
tempo
pretérito. Também
não posso, segundo
entendo, crucificá-lo - porquanto
seria, no todo
ou em
parte, deveras injusto.
Há um novo
riso que
brota nos lábios
do poeta. Um riso
que sibila, uma
fronteira
que ultrapassei (porquanto
amo
violentamente), um
sinal que
ousou
traduzir, a bem
dizer da
verdade, os passos mais
que seguros - diria
prudentes, confesso.
Estes novos
ensaios, à luz da nova
sensação de liberdade,
caminham lado a lado com os gestos
da
mulher que amo. O seu nome: Simone!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 15/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h28 AM
[] [envie esta mensagem
]





Indestrutível 14/04/2006 06:22
Os rumos
mais
concretos,
as complexas mudanças, os laços
perfeitos.
Estes
traços de
liberdade, fisiológicos
em essência,
demonstram a
possibilidade de
se
sentir o amor - este
sentimento
íntimo,
poderoso,
arrebatador (por vezes!).
As pálidas
sensações, divididas
entre
e
certeza e os
nus tormentos,
desenvolvem - dentro de si - páginas
e
manifestos de um vínculo que
aproxima os
corpos e
transmuta, bem sei,
laços em poesia - a poesia que
sempre quis
escrever!
Elos,
passos
seguros,
demonstrações que pousam sobre
a
fronte cansada
e
perturbam - pelo
menos uma vez ao dia - os
sonhos mais que evidentes. Os
braços, as pernas, o corpo
inteiro
em êxtase - sinal de que
os gestos teus (de tão
precisos) dialogam
com os meus (inda aprendizes!).
Preciso
dos
vivos ensaios. Preciso das
justificativas. Preciso
das urgentes
sensações. Preciso do
abraço, dos gemidos,
do corpo inteiro - bem como,
em primeiro lugar, do amor. Encontrei-o,
a bem dizer da verdade!
Todas estas
manifestações são figuras que assombravam
o meu passado incerto - porquanto não
poderia prever o que
futuro, este espaço de tempo
indeterminado, reservou-me.
O sol, hoje, é mais
límpido - derrama, sobre o corpo
meu, insinuações
de
que é preciso
viver o amor. Basta, agora,
superar a distância
que nos separa. Isto não
será obstáculo, asseguro-lhe. Os
verbos
mais intensos,
as páginas
mais brancas, a
alva tez que
demonstra afeto, compreensão,
liberdade.
Amo-a e não posso
ocultar. Aliás: não devo! Reprimir
o amor é - segundo
observo - imprudência.
Nossas
preces, nossos
delírios, nossos
empreendimentos - tão vivos
que superam, inclusive, as
mais
ásperas caminhadas.
Aos poucos, percebo, estaremos
assim: um ao lado do outro.
Nada é quimera,
descrição delirante,
instabilidade emocional. Tudo
é forte - porquanto senti,
pela vez primeira,
os gestos mais nobres.
Este momento, maviosa
Simone, é nosso!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 14/4/2006, Santos/São Paulo/Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 10h24 AM
[] [envie esta mensagem
]





Nossas nuanças 13/04/2006 07:32
Vivos limites,
linhas e
formas, e complexas
mudanças
que alimentam o poeta
e
traduzem, bem sei,
sinais do expressivo
amor. Os poemas,
nus em essência, caminham lado
a lado com as vivas
e
intensas tentativas; os
poemas, definitivamente
verdadeiros,
anunciam que é
preciso amar, criar,
desenvolver
maneiras mais que
expressivas para
tocar
o cerne do
amor. Penso ter
acertado, ninfa. Penso
ter
esboçado parte
desta
íntima sensação
e
conseguido, à luz dos mais
intensos gestos, construir
nossas particulares
muralhas. As
certezas que
vulneram o poeta,
as
estradas que tocam os mais
sandios
amores, as limítrofes
provações - sempre
vivas, distintas,
intensas...
próprias.
Amar a alma nua é,
pelo menos para mim,
certeza de que
amor, este laço preciso,
devora e conduz, e dialoga
com
os mais serenos
minutos que a vida, maviosa,
ousou construir.
As palavras,
as pegadas,
os risos e os testemunhos
que ouso presenciar - porque
nos dizem respeito.
Amo-a
assim: de uma maneira
tão forte
que obstáculo algum,
de titânio, não irá nos
separar. A distância,
ingrata,
representa um
passo maior, uma decisão
que será, confesso,
tomada.
Amo-a. Por isso
desenvolverei, a bem
dizer da verdade, pegadas
e
evidentes sinais
que servirão
de
rumo, mudança - positiva - em
minh'alma.
As linhas mais
vivas, as
concretas
profecias,
as
evidentes sensações que
tocam e desenvolvem, e
demonstram o afeto - este
laço
especial (tão vivo,
tão íntimo... tão nosso!).
Às vezes, quando os
sinais mais latentes
teimam em desenvolver
parte
deste
início vivo, o corpo - parte
e
ao mesmo tempo
todo -, é matéria
delicada (porquanto sentiu,
necessariamente, as
idiossincrasias do amor!).
Amar
os
passos teus, criar
sentenças e previsões,
entender as
suas particularidades.
A bem
dizer, sublime mulher,
os gestos teus são
simétricos - invadem, bem sei, linhas e expressões mais que delicadas!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 13/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h32 AM
[] [envie esta mensagem
]





Para além da perfeição da rosa 12/04/2006 08:49
... e as estradas
mais perfeitas,
intensas e
sensíveis,
ousam construir - à luz
dos
mais vivos
sentimentos - sinais
e
fortes
discursos (capazes de
amar e sentir, e
demonstrar todo
o
desejo que
toca e invade,
e
conduz o poeta - este
homem
novo, definitivamente
vivo!). As
certezas
que carrego
comigo são
especiais. Pertencem
à
magia do tempo. Por isso que
nascer,
crescer,
gerar
a
prole e envelhecer pode
ser
prazeroso - se estivermos
ao lado de
quem amamos. Esta
é
a magia do
tempo. E aliar-se a ele, penso,
traduz serenidade, motivo mais
que nobre. Façamos
o
seguinte: eu, poeta, que
encontrei o amor, estou
à disposição dos teus
efeitos; eu, poeta,
quero o cabelo
grisalho - se for
para estar ao seu lado, nua mulher!
Este é
o
pacto que
faço. Não há nada
de
mais em amadurecer. A
fonte da juventude, atualmente
muito
bem descrita
pelos mais
notórios
homens de ciência (ou como nos
ensinou o
conquistador espanhol
Ponce de León), mostra-se
impossível de realizar (por enquanto - o
que me causa certo
temor, devo asseverar!).
Não somos de
titânio. Por
isso que nossas células,
antes repletas de
vida, envelhecem, isto é,
oxidam.
As palavras
que
deixamos
desenvolver, quiçá por
medo, capricho
ou
timidez,
nunca mais poderão
ser
ditas; as
palavras que deixamos
ali, próximo de
qualquer caixa (para um
dia, quem
sabe, ser externada), podem
não
mais importar - porquanto
a
vida pode findar.
Sejamos
melhores. Brindemos
ao tempo - implacável, confesso.
Esta
é a estrutura
que apresento. Estes
são
os
caminhos que
escolhi - vez
que
preciso, intensa simetria,
dos gestos e
carinhos, e
trechos teus. Esta
é
a
nossa
história: viva,
repleta de
sonhos, sinais,
projetos... Este
é
o clássico sinal
que o
tempo impõe
a
todos. Este é o
clássico
sinal que há muito
esperei, a saber: amar, sentir
e
envelhecer ao seu lado, delicada Simone!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 12/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h50 PM
[] [envie esta mensagem
]





Ela: perfeita! 11/04/2006 11:10
Encontrara
as
simétricas e vivas manifestações
de
angústia. Percebera
a
fronte
fatigada. Preciso
dos resultados. Preciso
dos gestos teus. À noite, quando
o
riso delicado perturba o
ambiente, minhas
fantasias, de titânio,
beiram ao extremo. Fabricam
hipóteses,
limites,
exercem influência (inclusive) sobre
as
mudanças que presencio - mesmo
a
distância!
A expectativa, os olhos que
brilham, as manias e
os manifestos, e as
lúcidas percepções
que
dialogam e enfrentam cada
resíduo, cada
pedaço de
afeto, cada sensação
maviosa - devoradora, confesso!
O corpo teu,
intenso, é obra
simétrica, sublimação. Fitá-lo,
mesmo que por um breve momento, é
tarefa
áspera - porquanto quereria, a bem
dizer da verdade, sentir (ao
menos uma vez) os gestos,
as palavras, os
encontros, as
necessidades elementares...
o toque - sedoso, complexo,
extraordinário!
Estas
justificativas, definitivamente
embrionárias, não são capazes
de descrever
o que
sinto. Estas
justificativas, presas
aos mais
íntimos discursos,
tentam
desenvolver hipóteses para
aquilo que é, em
essência, admirável,
vivo,
crível!
Minhas mãos, inseguras,
tremem e não sabem
o porquê; minhas mãos,
escravas da escrita, tentam
- a bem dizer da verdade -
escrever e construir, com potentes
palavras, pelo menos
a
síntese. Contudo, a síntese
não basta. Não há, observo,
exercício prático para
este
impulso que me devora.
Amar, penso, vai além dos
depoimentos, das expressões
construídas, dos momentos - fortes - que ele, o amor, desenvolve.
É preciso fabricar, à
luz dos mais íntimos
prefácios, um
nome maior, uma tentativa
para o que poderia
vir a ser
este
sentimento
sem par. Confesso: sinto-me
impotente - criança à
procura da mãe!
Os olhos que vertem
lágrimas,
as
imagens que
passo
a
desenvolver,
os
contornos que passo a
exercer - mesmo sabendo das mais íntimas dificuldades.
Este poema, delírio meu, conforta-me!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 11/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 03h12 PM
[] [envie esta mensagem
]





Nossos corpos 10/04/2006 14:22
A síntese
não basta, confesso.
Os olhares, as alegações, os minutos, as
oportunidades... Tudo, enfim,
caminha em direção a
um novo começo - real, crível,
intenso, p-o-é-t-i-c-o.
Os ensaios,
os nomes,
as
nuas e fortes poesias
que denominam parte
deste
relato de febre - tão incerto
que
deformam o poeta e
vulneram, a bem dizer da verdade,
os corpos em
eterna ebulição.
Pactos,
nudez precária,
informes trechos que
acompanham as
tolas
e
incompreensíveis
tentativas - elas, observo,
presas à forma mais que
irreal. Contudo, o amor
venceu. Estabeleceu e
construiu, ao redor,
certezas e poemas, e
insinuações
que podem, bem sei, resolver - de vez - as
vivas e eternas querelas.
Vencemos, tênue mulher! Amor e poesia,
e
êxtase cerram fileira e caminham
em direção aos mais
concretos minutos que
a vida, viva, ousou testemunhar.
As esperanças, as
novidades, a mulher que inda
não toquei - porquanto a
distância, sempre
presente, castiga (de maneira irônica)
os pares que se amam.
Vamos nos tocar, confesso. Vamos
preencher este
abismo com as
cores mais vivas. As
rijas fantasias,
os sedutores
monólogos,
as
impressões
que tocam
minh'alma e anunciam, de
maneira tímida, a
capacidade de
sentir o amor - pulsante,
intenso,
edificante,
próprio,
delicado...
nosso!
Estes
conflitos,
agora tão evidentes,
devoram o poeta
e
fazem com que
presencie, no todo
ou
em parte, o riso
há muito
esperado.
A face
límpida,
as
etéreas
mãos,
a delicadeza que
seduziu o poeta
e
estabeleceu novas diretrizes - tão
raras que
probabilidade alguma pode
ser
estabelecida.
Minhas linhas, hoje reais,
conversam e dialogam, e
presenciam as
prováveis e
ígneas
formas de amar.
São instrumentos,
por vezes contusos,
que simplificam e
percebem os mais
candentes
temas. As
próximas
digressões,
os ensaios que
não fiz,
as linhas ácidas. Tudo potente.
Encontrara, bem sei, sinais do expressivo amor!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 10/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 06h23 PM
[] [envie esta mensagem
]





Toque-me, maviosa mulher! 09/04/2006 13:16
Até os ombros
mais sensíveis
suportam o mundo. A poesia
sem rumo,
as
estradas fiéis, as
nuas e insones, e delicadas
perspectivas que
vulgarizam e professam parte
deste
sintético e comum acordo - tão raro,
doméstico (por vezes!).
A expectativa sem par,
as direções instáveis,
os cínicos e intrusos, e
pequenos movimentos
que invadem os
vivos e elementares
dizeres - eles, observo,
fruto de um pequeno (contudo, febril!) projeto
de
cólera. A
dimensão dos verbos,
os encontros sedutores,
as
respectivas fantasias que reagem e
ousam tecer
parte
de
um momento nada
comum. São os poemas. São
intrusos que percebem a
necessidade de amar e que
desenvolvem, mesmo a
distância,
gestos quase
atemporais - próprios
dos amantes (delicados e
ao mesmo tempo
selvagens!).
Estas
simples páginas,
estes
critérios nada
ortodoxos, estas
públicas e
incondicionadas
reações que
devoram o corpo
em estado
quase
vegetativo.
Ousei, pela
vez
primeira, demonstrar a
síntese como um todo. Falhara. As
expressões
jogam pedaços de papel
do alto de qualquer edifício. Juntá-los, penso, será
impossível. Eis a
função do amor, da poesia...
do menino poeta. Aprendeu que
as
impressões mais
simples estão revestidas
de uma
forte
emoção - indescritível,
poderosa... viva! Por isso
que
toca e invade, e sintetiza, e
demonstra - mesmo após horas - o
significado do amor (este
argumento
desconhecido, sensível... íntimo!).
As secretas
fantasias,
os passos que
ousei demonstrar,
as
notórias discussões que
pairam sobre
a
fronte - sem, no entanto, pesar.
Críticos
elementos,
sinais evidentes,
movimentos e
diagnósticos que
podem ser percebidos apenas
por quem ama.
As
inocentes
direções, os
caminhos mais
delicados,
as antíteses que
vulneram os mais
intensos delírios.
Parte mim, ígnea, ousou construir
alicerces rijos; a outra parte, segura,
fortaleceu os laços e criou a impressão mais que real!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 09/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h19 PM
[] [envie esta mensagem
]





Restos 08/04/2006 07:22
Um toque
suave, sínteses intensas,
paradoxos e
circunstâncias que
vulgarizam parte
deste
sintético instrumento de
fúria. As
caminhadas
hostis, os lúcidos
e delicados
poemas, as sensações que percorrem
os corpos em ebulição. Estes
gestos,
firmes e decididos, são forma
e
prelúdio que
demonstram a necessidade do
amor. Estes
caminhos, constantes,
tocam a crua mudança e estabelecem
parte
deste
criterioso afago. Estas
simetrias, condenáveis
por vezes, anunciam as
primárias e
vivas fantasias de
titânio.
Criações
teratológicas,
demonstrações ilógicas,
gritos de liberdade
que
ousam ferir
os
embustes
primeiros - eles, observo,
condenados à
nua e insone
decadência!
O áspero
efeito, as distantes farsas, os
estruturais caminhos
que deformam as incidentais mudanças de humor. Estes
paradoxos tênues,
construídos de maneira imprópria,
reagem ao
menor sinal de temeridade. Vazio,
opaco, simples, contuso,
obscuro, delicado... Cada
pedaço de fúria, destacado do
corpo como se possível fosse
romper com as estruturas há muito
erigidas,
toca o solo seco e demonstra - no todo
ou em parte - as sensações
que
restaram. As
circunstâncias primitivas, os
ensaios tolos, as terminais
farsas - presas à intimidade
dos
gestos mais que passionais!
Destrutivo prelúdio, incerto
caminho, díspar
sensação que pousa sobre o peito
inda em letárgico estado. Precário,
intruso,
mágico,
sedutor,
amoral,
cínico, crítico,
provável.
As mesmas
complicações
formam poemas
e
expressivas direções. Os
mesmos
ritos, complexos em
essência, criam e fortalecem
os relativos
presságios de fé. As
mesmas impressões,
delicadamente fabricadas,
obedecem aos
impulsos nada comuns.
Sinuosos prantos,
incidentais abismos,
cárceres que monologam de maneira
áspera,
risos e relações estreitas.
Intenso movimento,
oculto pranto,
vulgar síntese - própria,
inexata, destrutiva! Estas
linhas, nua menina,
destrutivas!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 08/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h23 AM
[] [envie esta mensagem
]





Constantes 07/04/2006 10:57
Os movimentos nus,
as
estradas complexas,
os sinais mais que puros,
as
conversas, os poemas,
as
linhas sedutoras - próprias
de
quem, em estado vivo,
ousou construir
parte
desta
síntese
que
aos poucos
me toca.
Estruturas irreais,
fáceis momentos,
épocas
secas
que
traduzem um sem
par número
de
fantasias e que pousam delicadamente
sobre
o peito
inda em letárgico
estado. As
conversas primeiras, fruto
de
um pequeno - mas rijo - testemunho,
formam alianças nunca
imaginadas. As
poesias, as
fronteiras intrusas, as cicatrizes que
percorrem os gemidos mais
que nus. A bem da
verdade, sóbrio
minuto, estes
gestos
irracionais sustentam
uma gama de
necessidades; a bem dizer
da
verdade, intenso
movimento, os passos - de ferro - inda
exercem
influência sobre
os gritos
perdidos; a bem dizer, síntese crua,
parte
destes
relativos movimentos
íntimos inda
conversam - ou tentam,
no todo ou em parte, construir
estradas
e
poemas, e sinais, e
pálidas
construções
que tocam
a
fronte
evidentemente
fatigada.
Estas
precárias semelhanças, aliadas à
tola e incognoscível
mudança, fornecem
subsíduos
e
conflitos dos
mais
ásperos.
Pousam
sobre as mãos, segundo
observo, os pequenos e
insustentáveis tormentos; pousam
sobre
os gélidos gestos as tentativas
de
aço que não mais tecem
resultado prático algum; pousam
sobre as vitrines, menino, as
cínicas e torpes
irresponsabilidades.
Os desejos
firmes, as preces voluntárias,
secretos e dispersos, e tênues
motivos que brindam aos
mais
incríveis momentos de dor.
Estes
laços, parciais e herméticos,
conversam e fornecem
os mais
intensos relatos
de
febre; estes
decadentes
prólogos, erigidos a partir dos
cítricos impulsos,
resolvem demonstrar
a
necessidade do vivo
e
potente
afeto.
Os instrumentos contundentes, as
justificativas
finais, os extremos projetos.
Sobre os corpos, pérfido rito, sinais de um tempo morto!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 07/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 02h58 PM
[] [envie esta mensagem
]





Indisponível 06/04/2006 07:15
As mãos
trêmulas insistem
em
demonstrar afago. Falham. Os
resíduos,
as
palavras secas, os tristes
ensaios que
compreendem parte
deste
sintético e impreciso grito. Às
vezes, o vivo
limite de sanidade, preso de
maneira
evidentemente
grosseira, seduz o riso, estabelece
momentos de dor,
descreve (no todo ou em
parte) um pequeno, mas rijo,
sinal de lucidez. O
corpo, nu,
silencia.
As pegadas
deixadas pelo
chão arenoso, os
insultos
relativos, as
poesias
que exercem
pacíficas
influências sobre
o peito seco. Estes
caminhos,
ordinários e
definitivos,
preenchem a
lacuna existente; estes
desejos, brutos,
são apenas o resultado
nada
comum; estas
cicatrizes
tolas, divididas
de
maneira irreal, zombam dos gestos
e
cauterizam - a bem dizer
da
verdade - as possíveis e
dispersas
mudanças de humor.
Os lúcidos poemas,
as armadilhas
de
ferro, o grito preso
que
reage
ao menor sinal de dor - à procura,
bem sei, dos gemidos há
muito perdidos.
Estas inexatas
peças, construídas com
entusiasmo, fenecem ao
menor
dos toques; estas presas,
visivelmente frágeis,
sintetizam os
sinais mais que
evidentes. A
pálida
poesia, os embustes,
as quimeras que anestesiam
os relatos nada
convencionais. Estas
incertezas,
públicas e de titânio,
ofendem os risos, os gestos,
as
intensas e necessárias formas de amar.
O restrito
ensaio, o
testemunho seco,
as pequenas e hereditárias
formações
que
anunciam a
necessidade de criar
um
disperso e
inseguro
momento de felicidade.
As carências
díspares,
os
instáveis
alicerces,
as
prováveis
direções
que
fabricam os seus mais
injustificáveis
impulsos - tolos,
distantes... irreconhecíveis!
As
mãos
nuas
não
são
próprias, seguras, quietas. As
mãos, menino poeta,
tremem e não sabem o
porquê.
Sobre os trajetos que
inda
desconheço, um riso nu invade
a
determina a possibilidade
do amor. Sobre o peito, observo, conversas e nada mais!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 06/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h16 AM
[] [envie esta mensagem
]





Protestos 05/04/2006 07:23
Observe os
gélidos
passos que
tocam e cauterizam
as
incertas e amaras
direções.
Eles, em
essência, derreteram. Caminhos,
agora, apenas aqueles
gravados na memória. Caso
ela
falhe, estaremos mortos.
A angústia que toca
o peito, as
insinuações mais que
prováveis, os nomes
e
as
tórridas mudanças que se socorrem
aos mais intensos momentos de
lucidez. A poesia
sem forma, os comandos voluntários,
as específicas dores
que cauterizam e
vulneram - bem
sei - os limites
mais que
evidentes.
À noite, este
objetivo
nu desenvolve
certa
apatia pelos
instantes
nada convencionais; à noite,
estas
plumas tocam os rostos
que inda reconhecem a necessidade
de
amar; à noite, um terço
dos gemidos - secos - reage
ao menor dos sinais.
Apenas um flagelo
tolo
toca
e
estrutura parcialmente
dividida. Apenas
o relato febril
demonstra
a
possibilidade de
reconhecer
a
frágil e intensa
devoção. Apenas
os ritos, parcialmente
nus, consomem
mudanças e estertores, e
díspares movimentos que
o corpo - incoerente - ousou
perceber.
As pegadas
e as mãos, e as
fáceis
mudanças - intrusas - resolvem
desenvolver
a
pequena e distante
maneira de romper
com os cálidos e
incoerentes
momentos de dor.
A subtração precária,
as
sintéticas
provações, os nomes
irreais que
desenvolvem parte
dos
mesmos
minutos que anteriormente
ousei demonstrar.
Irreal, sem expressão,
confuso,
contuso,
seco,
pálido,
abstrato,
impróprio.
Os dizeres,
feitos com os
materiais
mais delicados,
pousam sobre
o corpo
e
monologam
um
sem par
número de
associações. É
evidente
este
temor. É evidente
esta
cólera
incomum. É evidente
este
desfecho quase
suicida.
Não posso
recusar as
certezas que tocam
minh'alma. Não posso
escrever sobre
suicídios se inda
não provei - no próprio
corpo - a sensação
de
quase morte. Não
posso...
Estes critérios, lúcidos e
ordinários, seduziram parte da viva maneira de amar!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 05/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h24 AM
[] [envie esta mensagem
]





Molduras 04/04/2006 07:49
As estratégias
amargas, os sonhos
mais belos,
as
caminhadas mais delirantes
que pousam
sobre os gestos cada vez mais
impertinentes.
Os testemunhos
inválidos, as conquistas
mais irreais, as
sentenças próprias
e
inviáveis que
devoram os passos e anunciam ser
necessário cauterizar
as
linhas nada
convencionais.
Relatos, desfechos,
nudez
precária. Estes
ensaios, possivelmente
crus, desenvolveram certa
fobia. Os
pontos específicos,
as
mordaças
intensas, os risos e
as
condições primárias que
rondam os mais intensos e significativos
presságios que
o corpo ousa
deduzir.
As impressões serenas,
as
amaras palavras, os
encontros e as injustificáveis
digressões que
pousam sobre os ambientes
mais secos e deturpam
os mais incertos
prelúdios. Estes
laços, imperfeitos,
caminham com delicadeza
e
protestam pela
necessidade de amar
os gestos mais intensos; estas
complexas formas, sóbrias,
indagam se os
gestos imersos são
hereditários. As
pequenas
ruínas, os
ensaios que não fiz, as palavras
serenas que pousam sobre as
tentativas
mais que ortodoxas... Embuste,
insegurança, covardia tênue que devora
as
incertas e concretas, e específicas mudanças. Estes paradoxos,
definitivamente
vivos, conduzem os gestos
e
examinam a possibilidade
nada convencional. Declínio,
espasmos musculares,
sensações que tocam as
precisas e
relativas formas
de
amar. Declínio, sinais da
mais firme
abiose, relações que
caminham em direção ao
abismo torto - possivelmente
construído à luz dos
fracassos iminentes.
Os gestos,
as palavras,
as preces,
as insânias,
os modelos,
as arestas,
os segredos,
as imagens,
os sinais,
os
passos, os
pactos, as reações,
as probabilidades - sempre
próximas do corpo e distante
d'alma!
Linhas incompletas, estradas
mais que evidentes, circuitos
que se fecham e procuram
desenvolver o riso há muito perdido.
A bem dizer, nua mulher, rogo-lhe: devora-me, sinuosa tez!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 04/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h50 AM
[] [envie esta mensagem
]





Domínio 03/04/2006 06:05
Um trecho de
saudade
parece querer
devorar
o peito e
suspender a dor
que ora se apresenta. As instáveis
afirmações,
os nus
pactos, as linhas
mais que reais e que
determinam possibilidades
e
ensaios, e nuas
medidas, e
pequenos impérios,
e
ásperos gritos...
À noite, o
o restrito riso
é matéria informe que
procura o corpo
e
ousa seduzir a ruína e os
candidatos à torpeza
habitual; à noite, os
sonhos e os devaneios, e os laços nada
convencionais
suportam o peso dos
amaros
critérios. Caem
os
resultados. Cai
a poesia. Caem os
discursos.
A justificativa
sem nome, as
incríveis tempestades,
as
únicas manhãs que
respondem categoricamente
aos desejos mais
incertos... Sem
nexo. Sem vida. Sem critérios
e
escolhas capazes de compreender
a
tentativa que toca
o peito
e
direciona a
tola e imutável forma de
amar. São resíduos,
imagens desnecessárias,
linhas e respostas,
e
singulares
expressões que
dominam os mais
intensos gestos em vida.
As poesias pelo
chão, de tão
pálidas, formam vitrines
frágeis; as poesias, tolas,
enfrentam os sinais de
um tempo
cada vez mais seco.
Descansa sobre a fronte
um pedaço de ferro fundido. Trata-se de
uma coroa - símbolo da
decadência, do medo, do
falso respeito. A majestade
não é feita do rijo material. A
majestade
é humana, forma humana. E, por isso,
sujeita a sem par
número de erros e acertos. Bons reis, observo, nunca existiram. Bons
reis, observo, são
ficções que tocam a esperança e animam os
seres
de
boa
vontade.
Teratologias,
conceituações imprecisas,
diálogos e
monólogos, e fantasias, e plumas,
e
pequenas etiquetas que
despertam a curiosidade
por um
ambiente
deveras sofisticado. Por
isso ruiu. Basta olhar a
raiz da palavra. Por isso
caminhou e desenvolveu,
de modo bem
lúcido, o último dos
estertores. Contudo, em
poucos lugares
inda
resistem
reis, rainhas... impérios.
À noite, penso, não
seremos amigos do rei!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 03/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 10h06 AM
[] [envie esta mensagem
]





Hastes 02/04/2006 07:44
As doces
sensações
caminham com os gestos
perdidos. Não
observo
reações próprias, paradoxos
amaros, ruínas e
estáticas semelhanças que
pousam sobre
os pequenos e
horizontais
minutos
sem força. As
imprecisas
denominações, os
rascunhos
mais nus,
as crianças quase mortas,
os empenhos
mais intensos, as limítrofes
ruínas, os passos
que se
perdem, o riso
que se
estende para
além das
insânias particularmente
erigidas.
Vivos
amores,
pálidas
mudanças que enfrentam os medos mais
sinceros, secretas
nostalgias, instantes
de
fé...
Certos abismos, correspondentes
dos mais expressivos
gestos que em vida
pude
encontrar, anunciam a grande notícia. Devo
recuar, resumir
e
sentir o corpo
tocar a concreta
e
ingrata
simetria. Não
são valores,
expressões,
dias e noites, e íntimas
condições. São passos
que pousam serenamente
sobre o solo nu - este
resíduo seco que
demonstra, timidamente, a
necessidade de amar o riso
e
a
loucura inda
em evidência (sepulcra evidência!).
Gástricos
objetivos,
linhas tradicionais,
encontros e desencontros, e
resumos mais impróprios que
simplificam a vida e
ousam assegurar
a
necessidade de romper
com
os laços
mais que perfeitos.
Tardio. Instável. Terrível, a
bem dizer. As
provações
não passam de
tentativa infrutífera. Os
comandos,
definitivamente
irreais, manifestam
certos
ensaios quando a crueza dos
gemidos - falha - ousa
desenvolver, com prudência, a
liberdade
há muito
sentida. Mas o peito,
fatigado, prostra-se. Vazio,
instável, delirante, poético - observo!
Linhas
e
estáticos
prelúdios, conversas
únicas e pálidas
sensações, obtusos
ritos e
ineficazes mudanças. O
corpo pára. As
mudanças mais ortodoxas
ousam continuar. Perceba
os movimentos, poeta. As
respostas, breves e secas - como devem ser - não fazem coro com os mais
hábeis retores (como oportunamente
disse). As respostas, poeta,
são feitas do extraordinário material!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 02/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h45 AM
[] [envie esta mensagem
]





Eternos ensaios 01/04/2006 07:17
Este instante
de
saudade devora o meu peito. As
estratégias montadas, os passos e
as
específicas
tentativas que golpeiam a tez
e
consomem, timidamente, os
resultados nada
favoráveis.
Os impulsos poéticos,
as
complexas incertezas,
os laços impróprios que
(de)formam
as
urgentes
e
necessárias formas de
amar. O riso
nu, as manhãs
ímpares, os sonhos mais belos
que conversam com os
tolos e ingratos
projetos
de
fúria. Cada justificativa,
de
titânio, é apenas um
relato de febre
que
devora o corpo
e
comprime a alma; cada
desejo, ígneo, é forma
que toca e desenvolve
o riso nada
comum; cada
justificativa, concluo, é
delicada, possível,
íntima, vulnerável...
poética - ao menos para mim!
Os ombros
teus,
as
pálidas
circunstâncias, os
nomes e as
tentativas que
insistem em desenvolver
parte
deste
incerto
resíduo que dialoga
e
estabelece o afago como
resposta - crível resposta!
As manhãs intensas,
os corpos que se
entrelaçam, as
preces mais precisas
que ousam construir
ao lado do outro
o grito de liberdade

muito guardado.
Os estratagemas,
as conquistas
de
veludo, os
olhares
que se tocam e ousam
demonstrar
veracidade - ao menos uma
vez!
Sínteses,
linhas, trechos
e
especiais delírios, e
comuns reações que impedem um maior
retrato. Estas
ações, evidentemente
sandias,
caminham com delicadeza e
submetem o corpo
à provação necessária. Os
pactos,
as
secretas
fantasias, os prefácios nus
que experimentam compreender
parte
deste
vivo e amaro desejo - tão próprio, seco... insone!
Às vezes, parte
desta
singular hipérbole
seduz o poeta
e
ousa
demonstrar que a verdade - viva e intensa - é forja capaz de moldar
os mais perversos argumentos; às vezes, nua mulher, parte de mim, instável e
definitivamente sem forma, caminha sem rumo. Procurá-lo, quando os olhos mais vivos inda insistem
em guiar o corpo nu...
Devo, bem
sei, consumir
parte deste cético desfecho!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 01º/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h19 PM
[] [envie esta mensagem
]



 
  [ Ver arquivos anteriores ]