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"Adriano-Poesia"
 


Sentir, amar... poesia 30/04/2006 08:56
Segredos,
palavras
mágicas, palavras que tocam a
essência d'alma e dialogam de
maneira mais que viva.
Os olhares
delicados, as sensações
mais que
tênues, as seguras
demonstrações
de
afeto - presas à
intensa e viva forma de amar!
Amo-a. E por isso
demonstro os gestos que aqui
posso enxergar. Amo-a. E por
isso minhas impressões,
gravadas no peito, foram
feitas com os mais
diversos
materiais.
A poesia,
a demonstração ígnea,
os projetos e as
escadas, e os limites, e
os encontros que tocam a face
e
desejam
construir
parte
deste
inexorável projeto
em
vida - a vida que
sonhamos, a vida
que
descrevemos... a vida por ser
viva!
Ouso caminhar
ao teu lado. Compreendemo-nos,
desafiaremos
os
limites, tocaremos
a
impressão mais que real e seremos
nós - a depender
desta
troca (a depender um
do
outro, tão somente!). Estes
são
os pactos que faço. Estas
são
as conquistas
que encontro. Nossos
olhos, nossos gestos,
nossas
caminhadas,
os poemas e os
posteriores
sinais que
a
vida viva ousará construir.
Somos
nós. Somos homem e
mulher à procura da
identidade há
muito
perdida. Somos nós - intrusos
e ao
mesmo
tempo
descendentes
dos
mais
vivos
depoimentos. Amo-a, Simone! As
impressões
reais que
tocam a alma não são
feitas
do pífio material - como querem
os medíocres que não
sabem se
colocar. Nossa
história é
mais ígnea, é mais forte. Diria
para além dos
gestos vivos, para além
das
conquistas
imediatas... para
além do amor.
As serenas
condições, os
ensaios que
fiz, os
pontos e as verdades que timidamente
tocam
o
solo e consagram
a
vitória - mesmo antes
das
empreitadas. É complexo
pensar
assim. Contudo,
para quem ousa
é
deveras simples (porquanto
converteremos
a impressão áspera em
seda mais que macia!).
A vida é feita do áspero material. Transmutá-lo é uma arte, observo.
Simone: nossas vidas têm um significado, a saber, amar sem mistificações!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 30/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h57 PM
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O nosso começo 29/04/2006 07:22
Estas
linhas
intensas
desenvolvem
um
certo
minuto
de
angústia. Normal. Algo
vai acontecer. Algo
positivo, vivo,
definitivo - porquanto
caminhei em
direção a
esta
nova
mudança (viva em
minh'alma!).
Preciso
dos gestos teus. Preciso desenvolver
um sem
par
número de
construções e
cuidar para que os
planos sejam os mais
expressivos, os mais
delicados, enfim,
fortes
para
suportar
a
grande mudança - saudável
pelo
menos para mim!
As
intensas
necessidades,
os contornos mais que
vivos, as épocas e os relativos
temores
que
caminham lado a lado com
o poema - esta forma bela
que
devora quaisquer
manias (inclusive
as destrutivas!).
Estamos
aqui - um ao lado
do outro. Seremos
melhores,
lutaremos contra
as
adversidades, ergueremos
muralhas - sem, no entanto,
cercar as mais
belas paisagens!
Apenas seis dias. Um
histórico momento. Momento
que ficará para sempre
em
minh'alma.
As linhas mestras, as
estratégias,
os movimentos que o corpo
ousou
desenvolver. Pedaços
intensos,
linhas
íntimas,
épocas que
finalmente
poderei tocar. O que
era
distante
transmutou-se
em proximidade. Basta,
agora, sentir
os movimentos
mais vivos
e
estabelecer novos
rumos - apenas
os
saudáveis, observo!
Era
esta
a
consciência que
precisava. Era
esta
a
consciência que
faltava. Os
braços
vivos, as
pernas
rijas, a
alma presa
à forma mais que
real - diria sublime (porquanto
encontrei, a bem dizer da verdade,
a ninfa dos
meus sonhos!). Devora-me,
estabeleça sinais
e
relatos
vivos
que façam de mim um
homem melhor. Acordar
ao
seu lado, sentir os
passos teus, desenvolver
os
nossos
projetos de
felicidade. Seremos
o resultado
de
algo
belo, definitivamente
íntimo! As
mínimas
sensações,
as
construções que
irão devorar os
passos mais que elementares... nossas vitórias.
Encontramo-nos, finalmente! A bem dizer, viva simetria, nossa feliz história irá apenas começar!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 29/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h24 AM
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Apenas nós 28/04/2006 08:16
Seccionar
a
distância apenas
no
momento
exato. É preciso
ter
equilíbrio - comando
imperial (diria
específico em essência!).
Os nomes,
os sonhos
mais delicados que
pousam sobre o corpo
e
estabelecem novas
mudanças, novos começos,
sinais que sempre busquei.
À noite, os passos
não soam
em falso. Representam a
possibilidade de algo
verdadeiro - porque deixei
na cama as lembranças que tocavam
e maltratavam
o poeta. Hoje
sou
melhor. Homem
para
além dos
anseios e das
necessidades primárias! Tenho-a
ao meu lado. Sou
de
titânio porque
a
outra metade, também
do
mesmo material, está
comigo. Somos, a bem
dizer, indissociáveis! Pertencemos
um ao outro!
As
estradas,
as figuras
de linguagem
que podem muito
bem aparecer, os
contornos, os abismos,
as
elementares
direções que
reagem ao menor
dos sinais. Cá
estou. Homem que
sente
o corpo
tocar a simetria e
compreender os
gestos mais
que
reais. Cá estou. Homem
que
descobriu
as mais
serenas mudanças - porquanto
resolvi amar a
etérea
mulher (devoradora
dos
meus sonhos mais
intensos!). Este
sou eu: homem
que busca o
ideal de vitória e que
nasceu
para
vencer. Contudo, para que
isto aconteça é
necessário que
esteja ao meu lado.
As dimensões
elementares,
os vínculos
progressivos,
as
certezas que nos
alimentam - bem como
as
dúvidas (saudáveis em
qualquer
momento
da
vida!).
Sou
apenas
o resultado
do desejo que
corre sob as veias
e
estabelece
que
é possível
vencer - mesmo
quando
os amigos mais
próximos
diziam que era
suicídio tentar
algo
definitivamente
novo. Não os
culpo porque também
os parentes mais
próximos afirmaram
a
mesma coisa.
Reagir foi preciso - mesmo que
o preço tenha sido
deixar a cidade que tanto amo. Ela, ou melhor, as pessoas que a administram, não conduzem com
seriedade os objetivos estampados em sua bandeira.
Não importa. Sou feliz. Estou
ao lado de quem amo. E vencerei!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 28/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h17 PM
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Amor, certeza, vitória 26/04/2006 13:16
A viva mudança
é
forte
porque utiliza o
peito
como aquele que
propala a
boa-nova.
As insinuações, agora
concretas,
despertam o
corpo
e utilizam - a bem dizer
da
verdade - os mais intensos
e
solidários
momentos
de
felicidade - devoradora
de homens, confesso!
Os contornos,
as arestas
agora
definitivamente
planas, os
ensaios
que
a nudez
humana
constrói - porque ousei,
bem sei,
construir ao meu
redor alicerces
definitivamente
de
titânio (material rijo,
feito pelo engenho humano!). Porém,
bem sei
dos reveses que a
previsibilidade
humana
pode
desenvolver. Contudo,
arriscar-se na
vida, este dom
precioso
que
apenas nós temos
consciência, é preciso - porquanto
prostrar-se
revelaria fragilidade.
Vou e sei dos
meus motivos. Vou
para encontrar
o
amor. Vou porque
minhas hipóteses
fundamentam
a
possibilidade
crível
de
algo
intenso,
concreto. O
amor
vivo, a
profissão
parcialmente
concretizada, os
movimentos que
passo
a
enxergar - porquanto
foi
necessário
amadurecer, mesmo que
tardiamente!
As
lições mais
nobres, o
encanto com
o novo,
as
promessas
sérias que
ousam consumir
o amor
e
elevá-lo à
de
perfeição (elemento
por nós
desconhecido!).
Ouso
construir
minhas
seguras
pontes. Ouso
compreender
as
estradas
mais belas - bem
como as
tortuosas. É preciso, porém,
ingressar na estrada e
tocar o corpo
para que
sensação seja
forte - diria febril, nua mulher!
Estendo
os braços
parcialmente largos
e
construo
a necessidade de
estar
ao seu lado. Ergo
as
palavras, as
sentenças, os
definitivos
instrumentos
de febre - posteriormente
convertidos em
necessidade (ela
que pulsa,
reclama
e
constrói a
justeza dos
mais firmes
depoimentos!).
Tomo-a em meus
braços, Simone! Tomo-a
porque
preciso sentir
a
necessidade
tocar o peito e elevar a alma. Por
isso, maviosa
simetria, encontro
nos braços teus a segurança
de que necessito!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 26/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h18 PM
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Construções 25/04/2006 07:26
Fases nuas,
contornos específicos,
estáticos limites
e
contusos projetos
que caminham lado a lado
com o
poema.
As estradas
secas, os covardes
insultos que
timidamente
dão lugar
aos mais
incertos relatos
que a previsibilidade
humana ousou
constatar.
Apenas os
trechos, as
ruínas, os
nomes fáceis que
estabelecem a
provável síntese - a síntese
que
devora o corpo e constrói,
ao lado d'alma, relatos
de
febre, de gula e jejum.
Os sinais que
constroem o amor
são fortes
há muito tempo. Os sinais
que tocam os corpos que
amam
ousam devorar os maus
resultados - porquanto
é
possível, a bem dizer
da
verdade, ouvir e
descobrir o que
de
nobre existe.
A concretude
dos argumentos,
a necessidade primária,
os elos e as
pegadas que são deixados
ao lado do nu solo (para,
assim entendo, caminhar em
direção aos
concretos impulsos [tão raros
em outrora!].).
Amo o amor, a amada,
os olhos, os gestos,
o todo. Por isso
minhas mãos, hoje trêmulas,
conversam mais que
os meus
lábios. Por isso que
minhas pernas, hoje
delicadas, apreciam
manter-se quietas. São
os
mais
vivos
testemunhos que encontrei. São
as
mais íntimas liberdades
que
pousaram sobre o meu
peito e consideraram
a
possibilidade - concreta - de
reconhecer
o
amor. Por isso,
observo,
sou melhor - homem em
busca
das
mais
vivas realidades (porque
encontrei, após um sem par
número de
tentativas, a mulher
mais que
perfeita, a saber, Simone!).
A demonstração de
afeto,
os gestos
potentes,
as caminhadas
e
os
critérios mais vivos - eles,
confesso, pertos
d'alma.
As linhas mais
firmes,
os encontros possíveis,
as próprias
fantasias
que
anunciam os
mais
rijos
discursos. Colocá-los-ei
em prática. Por isso
é necessário, também,
passos firmes - aliados, é
evidente, ao
equilíbrio
primário.
As condições mais vivas,
os nefáveis encontros,
os nossos poemas. De
fato, tocara os instantes mais que precisos!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 25/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h28 AM
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Identidade 24/04/2006 08:24
Estes
intensos
gemidos, estas conquistas que
desdobram os
mais ásperos materiais (orgânicos, confesso),
estas
secretas poesias
que alimentam os
delírios
concretos de um
poeta
que
encontrou (após um
sem par número
de
anos) o amor - este
vínculo
primitivo.
Amor. Simetria que
aguça
os
mais vivos
sentidos! Amor. Sinal mais
que
perfeito e
que
demonstra a poesia
e
o
sóbrio discurso - tão raro
que cativa até
mesmo as crianças (mais
sensíveis às mudanças!).
Amo-a. E
aqui estou - a definir,
sustento,
o sentido que isto representa. As
lições
mais
adoráveis que
tive, as simétricas
projeções, os
olhares
volúveis e que
demonstram uma
certa
preocupação. Estamos
juntos nisso tudo. Pertencemos, como
já tive a
oportunidade de dizer, um
ao outro - porquanto este
sentimento,
filho da beleza e da viva
forma, seduz e conforta
(bem sei) os mais
ásperos
tormentos - aqueles
que estão ali, abaixo do
mamilo esquerdo!
Somos
íntimos, descobrimos
nossas
ações pois encontramos - a bem
dizer da verdade - os mais
tênues
delírios.
Sínteses não
cabem neste poema. Sínteses
representam, ao menos
para mim, insuficiência,
apatia... medo. Por isso
escrevo e desdobro
o poema em possibilidades
mil (porquanto ousei,
pela vez
primeira, amar
o amor e sentir
o riso mais delicado!).
As
seguras
provações, os
minutos que passam,
as insinuações
que
cativam o
vate e
descrevem, bem sei, os
mais
serenos limites
que
a
previsibilidade ousou
desenvolver.
Amo-a, como já disse. Amo-a porque
posso sentir
o coração
acelerar. E isto
não tem preço!
A vida mais
viva,
os passos mais leves,
as direções que tocam
e
invadem
as
certezas mais que
latentes. Os impulsos,
as caminhadas, as
inortodoxas
idiossincrasias
que
descrevem
os mais
expressivos sinais
de
liberdade. O amor
é livre. E quem ama, observo, também o é!
À noite, os sinais mais vivos demonstram que é possível amar!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 24/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h25 PM
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Juntos 23/04/2006 09:08
Sólidos
gritos,
nuas fronteiras,
elos e
sinais que
tocam as caminhadas
dos
limites
mais que extremos.
As cínicas ruínas,
os tormentos,
a
felicidade
que me devora. Sou
eu, filho da certeza
e
dos
elementos mais vivos - porquanto
a
vida, este
presente mais que ígneo,
abriu os braços e, em postura
clássica,
abraçou aquele que
queria
sobreviver.
Encontrei-a, Simone! Os
laços
mais nobres, a beleza
mais íntima, a raiz dos
gestos que
define
um mil avos
do que pode ser
denominado amor.
Os toques,
as
linhas, os encontros que
os corpos desenvolvem
e, segundo entendo,
compreendem a
necessidade de
amar - porquanto somos
assim, próximos (diria
parceiros d'alma!).
Nossos gostos,
nossas justificativas,
nossos gemidos,
nossas conquistas,
nossas épocas,
nossos prefácios,
nossos diálogos,
nossas primárias
necessidades (aliadas
a
um sem par
número de expressões - todas,
confesso, diferentes,
para além da
alegria habitual!).
Somos
apenas nós e os verdadeiros
amigos! E mais ninguém.
Amo as
linhas mais tímidas que
encontro ao
tocar
o corpo
teu, amo as
direções mais
significativas,
ouso devorá-la - porquanto
amar é, também,
antropofagia!
Precisamos um do outro. A
distância, hoje
percebo, não
será
algoz. Mostrar-se-á
solidária uma
vez
que
somos, indubitavelmente,
homem e
mulher à procura de
algo profundo, sem as
considerações
que tocam a linearidade dos
relacionamentos. Somos
melhores. Somos
quem precisa
do afeto para
encontrar
o suporte
para
a
vida cada vez mais seca. Não
a
vida
viva, essencialmente
pura (mas
a vida
conduzida
pelos seres
humanos - algozes, filhos
da
angústia e do
disforme relato!).
Este poema fala
sobre a vida - particularmente
sobre a
nossa vida (intensa, forte, inexorável!). Estamos dentro um do outro, observo. Somos
homem e
mulher e por
isso encontramos, um no outro, a
possibilidade crível do amor mais que eterno!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 23/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 01h16 PM
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Fortaleza 22/04/2006 13:24
A intensa
mulher,
os rijos
momentos que
ousarei
tocar,
as
linhas e os depoimentos - íntimos - que
monologam e tocam, e compreendem
a
dimensão
do
verbo amar - este
verbo
poderoso!
As linhas mestras, os
contornos estéticos,
as
sinuosas
mudanças que tornam clara
a
posição do poeta.
Ouso construir
sinais,
diálogos,
fáceis
impressões que me
devoram - porquanto
os gestos mais
vivos, prestes
a
compreender
as
linhas mais
vivas, são feitos
com os materiais
mais resistentes!
Amar,
amor,
poesia e resultado,
e
minuto de
contemplação - a
contemplação
mais que viva (diria
própria, essencial
à
vida!).
Os gestos
teus, de tão íntimos,
caminham lado a lado
com o poeta; os
gestos teus,
felinos,
fitam as
necessárias
e
firmes
mudanças - tão
específicas que
devo descrever, a
bem dizer da
verdade, estes
gestos
como
intensos,
fruto do amor
que nunca sentira.
Nossos
toques,
nossas fantasias,
nossos laços - feitos
com
a
mais
pura
seda (o tecido dos amantes!).
Nossas
serenas peças, nossos
braços
incomuns, nossas
estradas - portadoras
do
material
mais
seguro (aquele desenvolvido
pelo
engenho humano!).
São estruturas,
linhas retas,
curvas (sempre
mais vivas que
a
inflexibilidade linear!).
Ouso
confessar que
os passos teus são
noturnos. Arrancam-me
do chão
e tornam este
poeta
melhor - porquanto um dia, observo, senti o corpo parar!
Melhor - para além da
inexorabilidade, nua mulher!
Os gestos poderosos,
as lições
intensas, os comandos
que
governam e impulsionam
o
corpo
para
além
das
necessidades primárias.
Melhor. Homem de um
sem
par número de divagações. Homem
que espera e sente os mais
complexos gritos - porquanto
ousei, a bem dizer da
verdade,
entregar o corpo, os critérios...
minh'alma!
Melhor. Definitivamente
de titânio.! Minhas presas, minhas forças,
meu céu. Inda é
possível crer nas idiossincrasias do amor, intensa simetria!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 22/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h26 PM
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Nossas recíprocas 21/04/2006 07:25
Estes gestos
tão precisos desenvolvem
um sem par
número de
expressões - as expressões
que eu, hoje homem mais
preparado, sempre
procurei.
Os sinais
íntegros,
as nuas formas,
os
castelos mais próximos que
evocam as
delicadas e íntimas
mudanças - elas, ígneas,
tocam os movimentos, as
sensações, os poemas
evidentemente
mais próprios!
A poesia dos
momentos
mais belos, as
estradas
que simplificam a vida,
os vivos ensaios que
demonstram a
necessidade
de
construir
um apelo mais
firme - definitivamente
de
titânio!
Linhas intrusas,
rijos
desejos,
peças
e
potentes
relatos de fé
que demonstram
a
curiosa
maneira de enxergar
o mundo - ele,
intenso, produzido com
as
mais vivas
cores!
São
estes
os
sinais que
posso, mesmo a distância,
desenvolver? Creio que
sim, simétrico impulso! As
hereditárias
mudanças, os
nomes nus,
as pálidas
e
sistêmicas criações
que
percorrem - no todo ou
em parte - os
gestos mais
que reais (diria
próprios - porquanto
sentir
os passos
dentro do
corpo
significa entrega, razão de
de
estar
junto [mesmo que
a
distância, temporariamente,
nos separe!].).
São estes
os testemunhos que
ofereço. São feitos com
os materiais mais
resistentes que o engenho humano
pode
encontrar. Alguns, penso,
não são daqui. Vieram das
estrelas - as mesmas estrelas que
inspiram e tocam, e
conduzem o poeta
para
além da
sensibilidade (sempre
intensa, inquieta... viva!).
Amo os
gestos teus, sinuosa
mulher! Amo as
impressões deixadas
no corpo meu. Ainda
posso senti-las,
delicada Simone! As
reações mais
convincentes,
os delírios mais
febris,
os comuns e
extraordinários desejos
que
tocam a tez e
produzem a
diferença - tão
rara,
inconstante,
felina!
Sibila! Devora-me, Simone! Toque
com
os olhos e
fabrique
as
mais
potentes impressões
que o corpo
possa
suportar! Ouse,
surpreenda-me, envolva-me.
A bem dizer, os passos teus me acalmam!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 21/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h28 AM
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O eterno riso 20/04/2006 07:31
Tocar o corpo
teu, desenvolver
certos
ensaios,
criar e anunciar - à luz dos mais
íntimos segredos - palavras
e
certezas
que
minimizam a distância
mais que evidente.
Os sinais,
os impulsos,
as tentativas, os
horrores,
as saudades,
os encontros,
as
imagens, os
nus apelos,
os caminhos - sempre
mais fortes, definitivamente
maiores que o
mundo!
Estes
ensaios não são
específicos, delicados,
maviosos. Estes
ensaios
estão acima
das
liberdades, dos ideais
do
homem e da mulher. Amar. Relação
forte, intensa,
própria - porque consagra, assim
enxergo, os passos mais
íntimos, as certezas
mais ásperas, os momentos
mais
delicados.
Preciso do corpo teu. Preciso
sentir
as
urgentes
manifestações
e
ousar
compreender
as
delicadas e
firmes,
e
poéticas mudanças.
Os ombros
íntimos, as mãos
alvas, os corpo
sinuoso, os toques
expressivos, nós, amantes - presos em
nós mesmos (porquanto ousamos, observo,
construir nossas representações
e
cercar, com o mais rijo
dos
materiais, o nosso
castelo!).
Somos imprudentes,
somos menina e menino
à procura da necessidade
primária, qual seja, a felicidade.
Os olhos teus,
os movimentos teus,
as vivas
necessidades
que testemunham os
intensos
diálogos - porque amamos, pela
vez primeira, o vínculo
maior, a saber: a identidade
um do outro! Respeitá-la,
confesso, é a certeza de que
será para a eternidade
este
vínculo mais que
febril. A febre dos poetas,
o corpo da nua ninfa,
as razões sem
razão que
contornam parte
destes
segredos que, de tão íntimos, são
guardados
aqui, abaixo do mamilo esquerdo.
Estes
ensaios noturnos,
estas
conquistas
íngremes,
estes
paradoxos que
podem ser
resolvidos
quando do menor
dos movimentos - porque
ousei, a bem dizer da verdade, estimular
nossas
caminhadas para além do
vínculo mais que
forte, qual seja, o amor.
À noite,
minhas
impressões, inabaláveis em essência,
tocam respostas há muito erigidas!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 20/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h33 AM
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Confissão: amor! 19/04/2006 07:49
As linhas
mais
firmes, os controles
mais
íntimos, as
formas
fáceis que
dialogam e
presenciam, e
desenvolvem parte
deste
arquétipo
mais que
expressivo - diria
contuso (próprio,
verdadeiro,
nosso!).
Os ombros teus,
sinuosa Simone, são
expressões
que devoram o corpo
e
presenciam parte
deste
minuto que toca
e
cauteriza, e
descreve um terço
dos vivos e delicados
sinais. As fronteiras
íntimas, os
pequenos projetos que inda
caminham, as
intensas
maneiras de segurar as
certezas e
descrever - com traços firmes - a
necessidade de
tocar os diálogos e as
vivas
semelhanças.
Nossos olhos intrusos, porque
penetramos um no outro,
são espelhos - delicados,
potentes, complexos!
A imagem
perfeita,
os relativos
impulsos, as
maneiras de
enxergar as
poéticas mudanças que
formam os
ensaios e as conquistas, e os
gestos mais que
intensos. Amar
o verbo
é sinônimo de
liberdade - construção que será
perfeita (assim que dormir
ao
seu lado!). As
naturais considerações,
os
prováveis depoimentos,
as
mudanças que tocam as
estruturas e os resultados mais
evidentes - tão próprios que
me devoram!
As simples movimentações,
o corpo que balança com
o andar naturalmente belo,
as estradas e as esquinas, e
os sinais mais
intensos que
descobrem a beleza
ebúrnea.
Os horizontes, os significados,
as promessas que
serão cumpridas - porquanto
amar, resultado mais
que indestrutível, significa
escolher
medidas, construir - a bem dizer - gestos e diálogos, e
estratégias para além das
estatísticas. Estes
são os caminhos mais
fortes. Estes
são os depoimentos que
escrevo. Estas
são
as
direções que livremente
escolhi.
Um vínculo
forte, a simétrica
perfeição, os olhares
que se tocam - mesmo
a
distância!
Sentir, compreender,
desenvolver
parte
dos
gestos mais que reais.
De fato, ígnea
mulher, a essência nua (para além d'alma), representa o grito - o desejo de estar ao seu lado!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 19/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h58 AM
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Estes ensaios 18/04/2006 14:22
Estes
laços
perfeitos,
estas sólidas
demonstrações de afeto,
estes gemidos - singulares,
simétricos, perfeitos!
A bem dizer, os
risos teus, divididos
entre o
amor e
a
viva forma de sentir,
são belos,
intensos, devoram o
poeta
e
ousam construir, assim
observo, sinais dos mais
expressivos.
Contornos,
elos mais que rijos, tênues caminhos
que serão reforçados... Estes
olhos, verdes e azuis, ousam
consumir - através dos
poemas - verdades,
certezas, trechos que
me tocam (porquanto
ousei, a bem dizer, escrever
e
definir - no
todo ou em parte - os
mais íntimos discursos [tão íntimos
que tocam o verbo
e
consomem os corpos
inda em
êxtase!].).
Preciso dos passos
teus, nua mulher! Preciso
dos afagos, das linhas
mais ígneas, dos
delírios que iremos - um
ao lado do outro - desenvolver. Preciso
do afeto da nua ninfa - para construir ao
seu lado um
alicerce mais que
rijo (definitivamente indestrutível!), segundo observo.
Amo-a, sublime Simone!
As imagens mais
lindas, os pactos mais
intensos,
os gestos que
irei
presenciar - quando nós,
feitos do material
mais etéreo, firmarmos o
compromisso maior, qual
seja, amar - independentemente
dos toques mais
que
expressivos!
As
linhas
fáceis, os
encontros suaves,
as
projeções - tão
nossas
que
fundamentam os
mais
íntimos relatos.
As
formas
próprias,
as serenas conversas, os
diálogos francos,
a
simetria - responsável
pelos
argumentos mais que
convincentes!
A expressão sublime,
o amor que toca
o peito,
as sólidas
provações
que
serão, bem sabemos, vencidas - porquanto nossos
caminhos, intensos,
são maiores, firmes,
especialmente
traçados!
A sinuosa
mudança,
os
encontros
noturnos,
as
semelhanças mais
reais - tão fortes
que demonstram
o
afeto para além das
conclusivas definições!
Atos, alicerces,
reações. Preciso, bem sei,
das linhas e dos impulsos teus. Eles, confesso, guardados em minh'alma!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 18/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 06h23 PM
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Firmes traços 17/04/2006 11:25
A instável forma
de
amar, os caminhos
tolos que invadem os risos
mais puros,
as tentativas que
vulneram e vulgarizam, e
interpretam - de maneira
visivelmente
equivocada - parte
destes
acidentais
prefácios de cólera.
Os sinais,
os valiosos verbos,
as linhas íntimas
que dependem dos
mais concretos
e
espetaculares
movimentos que
o
corpo - vivo e intenso - ousou
definir (porquanto
foi preciso, a bem dizer
da
verdade, resumir e
estabelecer novas
maneiras
de
olhar o
mundo, novos
ensaios... novas
imagens - definitivamente
melhores!).
Os olhos teus,
Simone, transmitem a
paz que sempre
desejei; os olhos teus,
ígnea mulher,
devoram-me
porquanto ouso construir
sinais e melhores
ensaios acerca
das
mais vivas e
latentes direções que
o
corpo - hoje
melhor - fabricou.
Não são estes
os
contrastes que
sempre
percorri? São, conforme
observo. Eles,
plurais em
essência, caminham lado a lado
com o
poeta; eles,
instáveis
porque
são filhos da
inspiração,
respondem aos
mais
íntegros
estímulos. Esta
sensibilidade,
hereditária, forma
minha forma e
constrói - ao redor - pinturas
e
significados dos mais
expressivos (todos,
segundo entendo, necessários
e
melhores - assim como
o amor - este vínculo que
une, melhora a vida
ao redor [conforme já disse!].).
Estamos
ligados
de
uma
forma
tão
especial
que argumento nenhum,
por mais intenso que seja, será
capaz de romper
com as bases
firmadas. Para
além da vida, observei certa
feita. Para além das
probabilidades
matemáticas!
Ouso escrever
porque sinto a necessidade
real de
tocar o poema. Ouso
escrever
porque estas linhas,
evidentemente
mais seguras, formam
as rijas bases, ou seja, o
nosso mundo - sensível,
sublime... perfeito!
A etérea
mulher, os simétricos
passos, as nossas
necessárias
preces. Vamos
construir, a bem dizer da verdade,
sinais e vínculos que
brotam dos mais
intensos diálogos!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 17/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 03h26 PM
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Elos 16/04/2006 09:14
Devore os lábios
meus! Eles estão aqui - ao lado
do corpo da nua mulher (tão viva,
delicada, intensa!).
Gestos,
estratégicos
minutos, tênues sensações que
percorrem o
riso e desenvolvem
parte
deste
sintético e comum
prefácio de dor.
Os ombros tolos,
as cínicas reações,
os verbos e os vícios, e
as
palavras secas - provavelmente
instáveis!
As pálidas
demonstrações de fé, aliadas
ao
rijo minuto de
liberdade, tocam
parte
deste
informe
projeto - ou
prólogo definitivamente
sem forma!
À noite, o corpo
muda. Desenvolve sua
forma
fácil e constrói, ao
lado da mulher que ama,
vínculos
tão fortes
que consomem, no todo ou
em parte, o ar que
respiro.
As peças tolas, os jogos
insensatos, as
fáceis mudanças que caminham e
tecem, e
descrevem um terço
deste
segredo há
muito guardado. Sou
eu, poeta e menino - hoje, graças
à ninfa nua, homem!
Simone de tantos
nomes, Simone de
tantas possibilidades...
mulher que devorou o poeta
e
utilizou, a bem
dizer da
verdade, o riso
mais que puro para
demonstrar - assim entendo - que
existe a possibilidade
de
algo
crível
(particularmente um novo
começo - mais
forte que a previsibilidade
habitual!).
Os
gestos
mais vivos,
as
caminhadas
tão
intensas,
as elementares
circunstâncias que
desenvolvem os
seus projetos - porquanto
hoje, aos dias
tão raros, movimento-me
para
além
do comum!
Os
indícios de um poema que
revela a
possibilidade
concreta de algo
maior, os indícios de um poema
que
desenvolve, no corpo alheio,
o sinal de que
tudo é possível, os
indícios de
um poema evidentemente
melhor - porque ousei
trabalhar
para além
do amor (este vínculo que
une, seduz, melhora
a
vida ao redor!).
Cá estou - vivo
porque ousei
melhorar! Cá
estou! Homem que
enxerga, a bem dizer
da
verdade, a poesia em
forma de mulher. Seduz,
carrega consigo a centelha
da
eterna vida... dialoga.
A bem dizer, pertencemos um ao outro!
(Adriano Guia Ferraro, 30, 16/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)

Escrito por Adriano Guia Ferraro às 01h15 PM
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