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Sentir, amar... poesia 30/04/2006 08:56 Segredos, palavras mágicas, palavras que tocam a essência d'alma e dialogam de maneira mais que viva. Os olhares delicados, as sensações mais que tênues, as seguras demonstrações de afeto - presas à intensa e viva forma de amar! Amo-a. E por isso demonstro os gestos que aqui posso enxergar. Amo-a. E por isso minhas impressões, gravadas no peito, foram feitas com os mais diversos materiais. A poesia, a demonstração ígnea, os projetos e as escadas, e os limites, e os encontros que tocam a face e desejam construir parte deste inexorável projeto em vida - a vida que sonhamos, a vida que descrevemos... a vida por ser viva! Ouso caminhar ao teu lado. Compreendemo-nos, desafiaremos os limites, tocaremos a impressão mais que real e seremos nós - a depender desta troca (a depender um do outro, tão somente!). Estes são os pactos que faço. Estas são as conquistas que encontro. Nossos olhos, nossos gestos, nossas caminhadas, os poemas e os posteriores sinais que a vida viva ousará construir. Somos nós. Somos homem e mulher à procura da identidade há muito perdida. Somos nós - intrusos e ao mesmo tempo descendentes dos mais vivos depoimentos. Amo-a, Simone! As impressões reais que tocam a alma não são feitas do pífio material - como querem os medíocres que não sabem se colocar. Nossa história é mais ígnea, é mais forte. Diria para além dos gestos vivos, para além das conquistas imediatas... para além do amor. As serenas condições, os ensaios que fiz, os pontos e as verdades que timidamente tocam o solo e consagram a vitória - mesmo antes das empreitadas. É complexo pensar assim. Contudo, para quem ousa é deveras simples (porquanto converteremos a impressão áspera em seda mais que macia!). A vida é feita do áspero material. Transmutá-lo é uma arte, observo. Simone: nossas vidas têm um significado, a saber, amar sem mistificações! (Adriano Guia Ferraro, 30, 30/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h57 PM
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O nosso começo 29/04/2006 07:22 Estas linhas intensas desenvolvem um certo minuto de angústia. Normal. Algo vai acontecer. Algo positivo, vivo, definitivo - porquanto caminhei em direção a esta nova mudança (viva em minh'alma!). Preciso dos gestos teus. Preciso desenvolver um sem par número de construções e cuidar para que os planos sejam os mais expressivos, os mais delicados, enfim, fortes para suportar a grande mudança - saudável pelo menos para mim! As intensas necessidades, os contornos mais que vivos, as épocas e os relativos temores que caminham lado a lado com o poema - esta forma bela que devora quaisquer manias (inclusive as destrutivas!). Estamos aqui - um ao lado do outro. Seremos melhores, lutaremos contra as adversidades, ergueremos muralhas - sem, no entanto, cercar as mais belas paisagens! Apenas seis dias. Um histórico momento. Momento que ficará para sempre em minh'alma. As linhas mestras, as estratégias, os movimentos que o corpo ousou desenvolver. Pedaços intensos, linhas íntimas, épocas que finalmente poderei tocar. O que era distante transmutou-se em proximidade. Basta, agora, sentir os movimentos mais vivos e estabelecer novos rumos - apenas os saudáveis, observo! Era esta a consciência que precisava. Era esta a consciência que faltava. Os braços vivos, as pernas rijas, a alma presa à forma mais que real - diria sublime (porquanto encontrei, a bem dizer da verdade, a ninfa dos meus sonhos!). Devora-me, estabeleça sinais e relatos vivos que façam de mim um homem melhor. Acordar ao seu lado, sentir os passos teus, desenvolver os nossos projetos de felicidade. Seremos o resultado de algo belo, definitivamente íntimo! As mínimas sensações, as construções que irão devorar os passos mais que elementares... nossas vitórias. Encontramo-nos, finalmente! A bem dizer, viva simetria, nossa feliz história irá apenas começar! (Adriano Guia Ferraro, 30, 29/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h24 AM
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Apenas nós 28/04/2006 08:16 Seccionar a distância apenas no momento exato. É preciso ter equilíbrio - comando imperial (diria específico em essência!). Os nomes, os sonhos mais delicados que pousam sobre o corpo e estabelecem novas mudanças, novos começos, sinais que sempre busquei. À noite, os passos não soam em falso. Representam a possibilidade de algo verdadeiro - porque deixei na cama as lembranças que tocavam e maltratavam o poeta. Hoje sou melhor. Homem para além dos anseios e das necessidades primárias! Tenho-a ao meu lado. Sou de titânio porque a outra metade, também do mesmo material, está comigo. Somos, a bem dizer, indissociáveis! Pertencemos um ao outro! As estradas, as figuras de linguagem que podem muito bem aparecer, os contornos, os abismos, as elementares direções que reagem ao menor dos sinais. Cá estou. Homem que sente o corpo tocar a simetria e compreender os gestos mais que reais. Cá estou. Homem que descobriu as mais serenas mudanças - porquanto resolvi amar a etérea mulher (devoradora dos meus sonhos mais intensos!). Este sou eu: homem que busca o ideal de vitória e que nasceu para vencer. Contudo, para que isto aconteça é necessário que esteja ao meu lado. As dimensões elementares, os vínculos progressivos, as certezas que nos alimentam - bem como as dúvidas (saudáveis em qualquer momento da vida!). Sou apenas o resultado do desejo que corre sob as veias e estabelece que é possível vencer - mesmo quando os amigos mais próximos diziam que era suicídio tentar algo definitivamente novo. Não os culpo porque também os parentes mais próximos afirmaram a mesma coisa. Reagir foi preciso - mesmo que o preço tenha sido deixar a cidade que tanto amo. Ela, ou melhor, as pessoas que a administram, não conduzem com seriedade os objetivos estampados em sua bandeira. Não importa. Sou feliz. Estou ao lado de quem amo. E vencerei! (Adriano Guia Ferraro, 30, 28/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h17 PM
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Amor, certeza, vitória 26/04/2006 13:16 A viva mudança é forte porque utiliza o peito como aquele que propala a boa-nova. As insinuações, agora concretas, despertam o corpo e utilizam - a bem dizer da verdade - os mais intensos e solidários momentos de felicidade - devoradora de homens, confesso! Os contornos, as arestas agora definitivamente planas, os ensaios que a nudez humana constrói - porque ousei, bem sei, construir ao meu redor alicerces definitivamente de titânio (material rijo, feito pelo engenho humano!). Porém, bem sei dos reveses que a previsibilidade humana pode desenvolver. Contudo, arriscar-se na vida, este dom precioso que apenas nós temos consciência, é preciso - porquanto prostrar-se revelaria fragilidade. Vou e sei dos meus motivos. Vou para encontrar o amor. Vou porque minhas hipóteses fundamentam a possibilidade crível de algo intenso, concreto. O amor vivo, a profissão parcialmente concretizada, os movimentos que passo a enxergar - porquanto foi necessário amadurecer, mesmo que tardiamente! As lições mais nobres, o encanto com o novo, as promessas sérias que ousam consumir o amor e elevá-lo à de perfeição (elemento por nós desconhecido!). Ouso construir minhas seguras pontes. Ouso compreender as estradas mais belas - bem como as tortuosas. É preciso, porém, ingressar na estrada e tocar o corpo para que sensação seja forte - diria febril, nua mulher! Estendo os braços parcialmente largos e construo a necessidade de estar ao seu lado. Ergo as palavras, as sentenças, os definitivos instrumentos de febre - posteriormente convertidos em necessidade (ela que pulsa, reclama e constrói a justeza dos mais firmes depoimentos!). Tomo-a em meus braços, Simone! Tomo-a porque preciso sentir a necessidade tocar o peito e elevar a alma. Por isso, maviosa simetria, encontro nos braços teus a segurança de que necessito! (Adriano Guia Ferraro, 30, 26/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h18 PM
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Construções 25/04/2006 07:26 Fases nuas, contornos específicos, estáticos limites e contusos projetos que caminham lado a lado com o poema. As estradas secas, os covardes insultos que timidamente dão lugar aos mais incertos relatos que a previsibilidade humana ousou constatar. Apenas os trechos, as ruínas, os nomes fáceis que estabelecem a provável síntese - a síntese que devora o corpo e constrói, ao lado d'alma, relatos de febre, de gula e jejum. Os sinais que constroem o amor são fortes há muito tempo. Os sinais que tocam os corpos que amam ousam devorar os maus resultados - porquanto é possível, a bem dizer da verdade, ouvir e descobrir o que de nobre existe. A concretude dos argumentos, a necessidade primária, os elos e as pegadas que são deixados ao lado do nu solo (para, assim entendo, caminhar em direção aos concretos impulsos [tão raros em outrora!].). Amo o amor, a amada, os olhos, os gestos, o todo. Por isso minhas mãos, hoje trêmulas, conversam mais que os meus lábios. Por isso que minhas pernas, hoje delicadas, apreciam manter-se quietas. São os mais vivos testemunhos que encontrei. São as mais íntimas liberdades que pousaram sobre o meu peito e consideraram a possibilidade - concreta - de reconhecer o amor. Por isso, observo, sou melhor - homem em busca das mais vivas realidades (porque encontrei, após um sem par número de tentativas, a mulher mais que perfeita, a saber, Simone!). A demonstração de afeto, os gestos potentes, as caminhadas e os critérios mais vivos - eles, confesso, pertos d'alma. As linhas mais firmes, os encontros possíveis, as próprias fantasias que anunciam os mais rijos discursos. Colocá-los-ei em prática. Por isso é necessário, também, passos firmes - aliados, é evidente, ao equilíbrio primário. As condições mais vivas, os nefáveis encontros, os nossos poemas. De fato, tocara os instantes mais que precisos! (Adriano Guia Ferraro, 30, 25/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h28 AM
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Identidade 24/04/2006 08:24 Estes intensos gemidos, estas conquistas que desdobram os mais ásperos materiais (orgânicos, confesso), estas secretas poesias que alimentam os delírios concretos de um poeta que encontrou (após um sem par número de anos) o amor - este vínculo primitivo. Amor. Simetria que aguça os mais vivos sentidos! Amor. Sinal mais que perfeito e que demonstra a poesia e o sóbrio discurso - tão raro que cativa até mesmo as crianças (mais sensíveis às mudanças!). Amo-a. E aqui estou - a definir, sustento, o sentido que isto representa. As lições mais adoráveis que tive, as simétricas projeções, os olhares volúveis e que demonstram uma certa preocupação. Estamos juntos nisso tudo. Pertencemos, como já tive a oportunidade de dizer, um ao outro - porquanto este sentimento, filho da beleza e da viva forma, seduz e conforta (bem sei) os mais ásperos tormentos - aqueles que estão ali, abaixo do mamilo esquerdo! Somos íntimos, descobrimos nossas ações pois encontramos - a bem dizer da verdade - os mais tênues delírios. Sínteses não cabem neste poema. Sínteses representam, ao menos para mim, insuficiência, apatia... medo. Por isso escrevo e desdobro o poema em possibilidades mil (porquanto ousei, pela vez primeira, amar o amor e sentir o riso mais delicado!). As seguras provações, os minutos que passam, as insinuações que cativam o vate e descrevem, bem sei, os mais serenos limites que a previsibilidade ousou desenvolver. Amo-a, como já disse. Amo-a porque posso sentir o coração acelerar. E isto não tem preço! A vida mais viva, os passos mais leves, as direções que tocam e invadem as certezas mais que latentes. Os impulsos, as caminhadas, as inortodoxas idiossincrasias que descrevem os mais expressivos sinais de liberdade. O amor é livre. E quem ama, observo, também o é! À noite, os sinais mais vivos demonstram que é possível amar! (Adriano Guia Ferraro, 30, 24/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 12h25 PM
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Juntos 23/04/2006 09:08 Sólidos gritos, nuas fronteiras, elos e sinais que tocam as caminhadas dos limites mais que extremos. As cínicas ruínas, os tormentos, a felicidade que me devora. Sou eu, filho da certeza e dos elementos mais vivos - porquanto a vida, este presente mais que ígneo, abriu os braços e, em postura clássica, abraçou aquele que queria sobreviver. Encontrei-a, Simone! Os laços mais nobres, a beleza mais íntima, a raiz dos gestos que define um mil avos do que pode ser denominado amor. Os toques, as linhas, os encontros que os corpos desenvolvem e, segundo entendo, compreendem a necessidade de amar - porquanto somos assim, próximos (diria parceiros d'alma!). Nossos gostos, nossas justificativas, nossos gemidos, nossas conquistas, nossas épocas, nossos prefácios, nossos diálogos, nossas primárias necessidades (aliadas a um sem par número de expressões - todas, confesso, diferentes, para além da alegria habitual!). Somos apenas nós e os verdadeiros amigos! E mais ninguém. Amo as linhas mais tímidas que encontro ao tocar o corpo teu, amo as direções mais significativas, ouso devorá-la - porquanto amar é, também, antropofagia! Precisamos um do outro. A distância, hoje percebo, não será algoz. Mostrar-se-á solidária uma vez que somos, indubitavelmente, homem e mulher à procura de algo profundo, sem as considerações que tocam a linearidade dos relacionamentos. Somos melhores. Somos quem precisa do afeto para encontrar o suporte para a vida cada vez mais seca. Não a vida viva, essencialmente pura (mas a vida conduzida pelos seres humanos - algozes, filhos da angústia e do disforme relato!). Este poema fala sobre a vida - particularmente sobre a nossa vida (intensa, forte, inexorável!). Estamos dentro um do outro, observo. Somos homem e mulher e por isso encontramos, um no outro, a possibilidade crível do amor mais que eterno! (Adriano Guia Ferraro, 30, 23/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 01h16 PM
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Fortaleza 22/04/2006 13:24 A intensa mulher, os rijos momentos que ousarei tocar, as linhas e os depoimentos - Ãntimos - que monologam e tocam, e compreendem a dimensão do verbo amar - este verbo poderoso! As linhas mestras, os contornos estéticos, as sinuosas mudanças que tornam clara a posição do poeta. Ouso construir sinais, diálogos, fáceis impressões que me devoram - porquanto os gestos mais vivos, prestes a compreender as linhas mais vivas, são feitos com os materiais mais resistentes! Amar, amor, poesia e resultado, e minuto de contemplação - a contemplação mais que viva (diria própria, essencial à vida!). Os gestos teus, de tão Ãntimos, caminham lado a lado com o poeta; os gestos teus, felinos, fitam as necessárias e firmes mudanças - tão especÃficas que devo descrever, a bem dizer da verdade, estes gestos como intensos, fruto do amor que nunca sentira. Nossos toques, nossas fantasias, nossos laços - feitos com a mais pura seda (o tecido dos amantes!). Nossas serenas peças, nossos braços incomuns, nossas estradas - portadoras do material mais seguro (aquele desenvolvido pelo engenho humano!). São estruturas, linhas retas, curvas (sempre mais vivas que a inflexibilidade linear!). Ouso confessar que os passos teus são noturnos. Arrancam-me do chão e tornam este poeta melhor - porquanto um dia, observo, senti o corpo parar! Melhor - para além da inexorabilidade, nua mulher! Os gestos poderosos, as lições intensas, os comandos que governam e impulsionam o corpo para além das necessidades primárias. Melhor. Homem de um sem par número de divagações. Homem que espera e sente os mais complexos gritos - porquanto ousei, a bem dizer da verdade, entregar o corpo, os critérios... minh'alma! Melhor. Definitivamente de titânio.! Minhas presas, minhas forças, meu céu. Inda é possÃvel crer nas idiossincrasias do amor, intensa simetria! (Adriano Guia Ferraro, 30, 22/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 05h26 PM
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Nossas recíprocas 21/04/2006 07:25 Estes gestos tão precisos desenvolvem um sem par número de expressões - as expressões que eu, hoje homem mais preparado, sempre procurei. Os sinais íntegros, as nuas formas, os castelos mais próximos que evocam as delicadas e íntimas mudanças - elas, ígneas, tocam os movimentos, as sensações, os poemas evidentemente mais próprios! A poesia dos momentos mais belos, as estradas que simplificam a vida, os vivos ensaios que demonstram a necessidade de construir um apelo mais firme - definitivamente de titânio! Linhas intrusas, rijos desejos, peças e potentes relatos de fé que demonstram a curiosa maneira de enxergar o mundo - ele, intenso, produzido com as mais vivas cores! São estes os sinais que posso, mesmo a distância, desenvolver? Creio que sim, simétrico impulso! As hereditárias mudanças, os nomes nus, as pálidas e sistêmicas criações que percorrem - no todo ou em parte - os gestos mais que reais (diria próprios - porquanto sentir os passos dentro do corpo significa entrega, razão de de estar junto [mesmo que a distância, temporariamente, nos separe!].). São estes os testemunhos que ofereço. São feitos com os materiais mais resistentes que o engenho humano pode encontrar. Alguns, penso, não são daqui. Vieram das estrelas - as mesmas estrelas que inspiram e tocam, e conduzem o poeta para além da sensibilidade (sempre intensa, inquieta... viva!). Amo os gestos teus, sinuosa mulher! Amo as impressões deixadas no corpo meu. Ainda posso senti-las, delicada Simone! As reações mais convincentes, os delírios mais febris, os comuns e extraordinários desejos que tocam a tez e produzem a diferença - tão rara, inconstante, felina! Sibila! Devora-me, Simone! Toque com os olhos e fabrique as mais potentes impressões que o corpo possa suportar! Ouse, surpreenda-me, envolva-me. A bem dizer, os passos teus me acalmam! (Adriano Guia Ferraro, 30, 21/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h28 AM
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O eterno riso 20/04/2006 07:31 Tocar o corpo teu, desenvolver certos ensaios, criar e anunciar - à luz dos mais íntimos segredos - palavras e certezas que minimizam a distância mais que evidente. Os sinais, os impulsos, as tentativas, os horrores, as saudades, os encontros, as imagens, os nus apelos, os caminhos - sempre mais fortes, definitivamente maiores que o mundo! Estes ensaios não são específicos, delicados, maviosos. Estes ensaios estão acima das liberdades, dos ideais do homem e da mulher. Amar. Relação forte, intensa, própria - porque consagra, assim enxergo, os passos mais íntimos, as certezas mais ásperas, os momentos mais delicados. Preciso do corpo teu. Preciso sentir as urgentes manifestações e ousar compreender as delicadas e firmes, e poéticas mudanças. Os ombros íntimos, as mãos alvas, os corpo sinuoso, os toques expressivos, nós, amantes - presos em nós mesmos (porquanto ousamos, observo, construir nossas representações e cercar, com o mais rijo dos materiais, o nosso castelo!). Somos imprudentes, somos menina e menino à procura da necessidade primária, qual seja, a felicidade. Os olhos teus, os movimentos teus, as vivas necessidades que testemunham os intensos diálogos - porque amamos, pela vez primeira, o vínculo maior, a saber: a identidade um do outro! Respeitá-la, confesso, é a certeza de que será para a eternidade este vínculo mais que febril. A febre dos poetas, o corpo da nua ninfa, as razões sem razão que contornam parte destes segredos que, de tão íntimos, são guardados aqui, abaixo do mamilo esquerdo. Estes ensaios noturnos, estas conquistas íngremes, estes paradoxos que podem ser resolvidos quando do menor dos movimentos - porque ousei, a bem dizer da verdade, estimular nossas caminhadas para além do vínculo mais que forte, qual seja, o amor. À noite, minhas impressões, inabaláveis em essência, tocam respostas há muito erigidas! (Adriano Guia Ferraro, 30, 20/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h33 AM
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Confissão: amor! 19/04/2006 07:49 As linhas mais firmes, os controles mais íntimos, as formas fáceis que dialogam e presenciam, e desenvolvem parte deste arquétipo mais que expressivo - diria contuso (próprio, verdadeiro, nosso!). Os ombros teus, sinuosa Simone, são expressões que devoram o corpo e presenciam parte deste minuto que toca e cauteriza, e descreve um terço dos vivos e delicados sinais. As fronteiras íntimas, os pequenos projetos que inda caminham, as intensas maneiras de segurar as certezas e descrever - com traços firmes - a necessidade de tocar os diálogos e as vivas semelhanças. Nossos olhos intrusos, porque penetramos um no outro, são espelhos - delicados, potentes, complexos! A imagem perfeita, os relativos impulsos, as maneiras de enxergar as poéticas mudanças que formam os ensaios e as conquistas, e os gestos mais que intensos. Amar o verbo é sinônimo de liberdade - construção que será perfeita (assim que dormir ao seu lado!). As naturais considerações, os prováveis depoimentos, as mudanças que tocam as estruturas e os resultados mais evidentes - tão próprios que me devoram! As simples movimentações, o corpo que balança com o andar naturalmente belo, as estradas e as esquinas, e os sinais mais intensos que descobrem a beleza ebúrnea. Os horizontes, os significados, as promessas que serão cumpridas - porquanto amar, resultado mais que indestrutível, significa escolher medidas, construir - a bem dizer - gestos e diálogos, e estratégias para além das estatísticas. Estes são os caminhos mais fortes. Estes são os depoimentos que escrevo. Estas são as direções que livremente escolhi. Um vínculo forte, a simétrica perfeição, os olhares que se tocam - mesmo a distância! Sentir, compreender, desenvolver parte dos gestos mais que reais. De fato, ígnea mulher, a essência nua (para além d'alma), representa o grito - o desejo de estar ao seu lado! (Adriano Guia Ferraro, 30, 19/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 11h58 AM
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Estes ensaios 18/04/2006 14:22 Estes laços perfeitos, estas sólidas demonstrações de afeto, estes gemidos - singulares, simétricos, perfeitos! A bem dizer, os risos teus, divididos entre o amor e a viva forma de sentir, são belos, intensos, devoram o poeta e ousam construir, assim observo, sinais dos mais expressivos. Contornos, elos mais que rijos, tênues caminhos que serão reforçados... Estes olhos, verdes e azuis, ousam consumir - através dos poemas - verdades, certezas, trechos que me tocam (porquanto ousei, a bem dizer, escrever e definir - no todo ou em parte - os mais íntimos discursos [tão íntimos que tocam o verbo e consomem os corpos inda em êxtase!].). Preciso dos passos teus, nua mulher! Preciso dos afagos, das linhas mais ígneas, dos delírios que iremos - um ao lado do outro - desenvolver. Preciso do afeto da nua ninfa - para construir ao seu lado um alicerce mais que rijo (definitivamente indestrutível!), segundo observo. Amo-a, sublime Simone! As imagens mais lindas, os pactos mais intensos, os gestos que irei presenciar - quando nós, feitos do material mais etéreo, firmarmos o compromisso maior, qual seja, amar - independentemente dos toques mais que expressivos! As linhas fáceis, os encontros suaves, as projeções - tão nossas que fundamentam os mais íntimos relatos. As formas próprias, as serenas conversas, os diálogos francos, a simetria - responsável pelos argumentos mais que convincentes! A expressão sublime, o amor que toca o peito, as sólidas provações que serão, bem sabemos, vencidas - porquanto nossos caminhos, intensos, são maiores, firmes, especialmente traçados! A sinuosa mudança, os encontros noturnos, as semelhanças mais reais - tão fortes que demonstram o afeto para além das conclusivas definições! Atos, alicerces, reações. Preciso, bem sei, das linhas e dos impulsos teus. Eles, confesso, guardados em minh'alma! (Adriano Guia Ferraro, 30, 18/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 06h23 PM
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Firmes traços 17/04/2006 11:25 A instável forma de amar, os caminhos tolos que invadem os risos mais puros, as tentativas que vulneram e vulgarizam, e interpretam - de maneira visivelmente equivocada - parte destes acidentais prefácios de cólera. Os sinais, os valiosos verbos, as linhas íntimas que dependem dos mais concretos e espetaculares movimentos que o corpo - vivo e intenso - ousou definir (porquanto foi preciso, a bem dizer da verdade, resumir e estabelecer novas maneiras de olhar o mundo, novos ensaios... novas imagens - definitivamente melhores!). Os olhos teus, Simone, transmitem a paz que sempre desejei; os olhos teus, ígnea mulher, devoram-me porquanto ouso construir sinais e melhores ensaios acerca das mais vivas e latentes direções que o corpo - hoje melhor - fabricou. Não são estes os contrastes que sempre percorri? São, conforme observo. Eles, plurais em essência, caminham lado a lado com o poeta; eles, instáveis porque são filhos da inspiração, respondem aos mais íntegros estímulos. Esta sensibilidade, hereditária, forma minha forma e constrói - ao redor - pinturas e significados dos mais expressivos (todos, segundo entendo, necessários e melhores - assim como o amor - este vínculo que une, melhora a vida ao redor [conforme já disse!].). Estamos ligados de uma forma tão especial que argumento nenhum, por mais intenso que seja, será capaz de romper com as bases firmadas. Para além da vida, observei certa feita. Para além das probabilidades matemáticas! Ouso escrever porque sinto a necessidade real de tocar o poema. Ouso escrever porque estas linhas, evidentemente mais seguras, formam as rijas bases, ou seja, o nosso mundo - sensível, sublime... perfeito! A etérea mulher, os simétricos passos, as nossas necessárias preces. Vamos construir, a bem dizer da verdade, sinais e vínculos que brotam dos mais intensos diálogos! (Adriano Guia Ferraro, 30, 17/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 03h26 PM
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Elos 16/04/2006 09:14 Devore os lábios meus! Eles estão aqui - ao lado do corpo da nua mulher (tão viva, delicada, intensa!). Gestos, estratégicos minutos, tênues sensações que percorrem o riso e desenvolvem parte deste sintético e comum prefácio de dor. Os ombros tolos, as cínicas reações, os verbos e os vícios, e as palavras secas - provavelmente instáveis! As pálidas demonstrações de fé, aliadas ao rijo minuto de liberdade, tocam parte deste informe projeto - ou prólogo definitivamente sem forma! À noite, o corpo muda. Desenvolve sua forma fácil e constrói, ao lado da mulher que ama, vínculos tão fortes que consomem, no todo ou em parte, o ar que respiro. As peças tolas, os jogos insensatos, as fáceis mudanças que caminham e tecem, e descrevem um terço deste segredo há muito guardado. Sou eu, poeta e menino - hoje, graças à ninfa nua, homem! Simone de tantos nomes, Simone de tantas possibilidades... mulher que devorou o poeta e utilizou, a bem dizer da verdade, o riso mais que puro para demonstrar - assim entendo - que existe a possibilidade de algo crível (particularmente um novo começo - mais forte que a previsibilidade habitual!). Os gestos mais vivos, as caminhadas tão intensas, as elementares circunstâncias que desenvolvem os seus projetos - porquanto hoje, aos dias tão raros, movimento-me para além do comum! Os indícios de um poema que revela a possibilidade concreta de algo maior, os indícios de um poema que desenvolve, no corpo alheio, o sinal de que tudo é possível, os indícios de um poema evidentemente melhor - porque ousei trabalhar para além do amor (este vínculo que une, seduz, melhora a vida ao redor!). Cá estou - vivo porque ousei melhorar! Cá estou! Homem que enxerga, a bem dizer da verdade, a poesia em forma de mulher. Seduz, carrega consigo a centelha da eterna vida... dialoga. A bem dizer, pertencemos um ao outro! (Adriano Guia Ferraro, 30, 16/4/2006, Santos / São Paulo / Brasil)
Escrito por Adriano Guia Ferraro às 01h15 PM
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